Referência

Gn 2, 21

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

2

Matos Soares

21Mandou, pois, o Senhor Deus um profundo sono a Adão, e, enquanto ele estava dormindo, tirou uma das suas costelas, e pôs carne no lugar dela.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o primeiro homem viu a Deus pela Sua Essência. Porque a felicidade do homem consiste na visão da Essência Divina. Ora, o primeiro homem, "enquanto estabelecido no paraíso, levava uma vida feliz no gozo de todas as coisas," como diz Damasceno (De Fide Orth. ii, 11). E Agostinho diz (De Civ. Dei xiv, 10): "Se o homem era dotado dos mesmos gostos que agora, quão feliz devia ser no paraíso, aquele lugar de inefável felicidade!" Logo, o primeiro homem no paraíso viu a Deus pela Sua Essência. Objeção 2: Além disso, Agostinho diz (De Civ. Dei xiv, loc. cit.) que "ao primeiro homem nada faltava do que a sua boa vontade pudesse obter." Ora, a nossa boa vontade não pode obter nada melhor do que a visão da Essência Divina. Logo, o homem viu a Deus pela Sua Essência. Objeção 3:…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que no estado de inocência o homem era passível. Porque "a sensação é um tipo de paixão." Ora, no estado de inocência o homem teria sido sensitivo. Logo, teria sido passível. Objeção 2: Além disso, o sono é um tipo de paixão. Ora, o homem dormiu no estado de inocência, segundo Gn. 2:21: "Deus fez cair um sono profundo sobre Adão." Logo, teria sido passível. Objeção 3: Ademais, o mesmo trecho continua dizendo que "Ele tirou uma costela de Adão." Logo, ele era passível até ao ponto de lhe ser cortada uma parte do corpo. Objeção 4: Ademais, o corpo do homem era mole. Ora, um corpo mole é naturalmente passível em relação a um corpo duro; portanto, se um corpo duro tivesse entrado em contacto com o corpo mole do primeiro homem, este teria sofrido com o impacto. Logo, o prim…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

São Gregório Magno

54. Mas deve saber-se que de modo algum alcançamos a altura da contemplação, se não cessarmos da opressão do cuidado exterior. De modo algum olhamos para dentro de nós mesmos, de modo a saber que há em nós uma parte racional que governa, outra parte animal que é governada, a menos que sejamos feitos mortos a toda perturbação exterior, retornando ao segredo deste silêncio. O qual nosso silêncio também Adão, quando dormia, tipificou corretamente, do lado do qual a mulher logo saiu [Gn 2,21-22]. Porque, quem quer que seja apressado para o entendimento das coisas interiores, fecha os olhos às coisas visíveis; e então distingue em si mesmo aquelas qualidades que ou devem governar varonilmente, ou aquelas que, como fracas, podem submeter-se: que há uma parte dele que tem poder para governar como…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 54 · c. 540–604

tradução automática