Referência

Gn 3, 18

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Matos Soares

18Ela te produzirá espinhos e abrolhos, e tu comerás a erva da terra.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Jerônimo

Nota-se aquilo que é dito: "logo se escandaliza." Há, pois, alguma diferença entre aquele que, por muitas tribulações e tormentos, é levado a negar a Cristo, e aquele que, à primeira perseguição, se escandaliza e cai, do qual Ele prossegue falando: "O que foi semeado entre espinhos." A mim parece-me que aqui Ele exprime figuradamente o que foi dito literalmente a Adão: "Entre abrolhos e espinhos comerás o teu pão," isto é, que aquele que se entregou às delícias e aos cuidados deste mundo come o pão celestial e o verdadeiro alimento entre espinhos.

São Jerônimo · c. 347–420

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que as penas particulares dos nossos primeiros pais foram inconvenientemente determinadas na Escritura. Pois aquilo que teria ocorrido mesmo sem pecado não deve ser descrito como pena do pecado. Ora, ao que parece, haveria "dores no parto" ainda que não houvesse pecado, porque a disposição do sexo feminino é tal que a prole não pode nascer sem dor para a que a gera. Do mesmo modo, a "sujeição da mulher ao homem" decorre da perfeição do varão e da imperfeição do sexo feminino. Também pertence à natureza da terra "produzir espinhos e abrolhos", e isto teria ocorrido ainda que não houvesse pecado. Logo, estas são penas inconvenientes do primeiro pecado. Objeção 2: Ademais, o que diz respeito à dignidade de uma pessoa não parece pertencer à sua pena. Ora, a "multiplicação da…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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