Referência

Hb 1, 3

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

15

Comentários diretos

1

Autores distintos

5

Matos Soares

3o qual (Filho), sendo o resplendor da sua glória e a figura da sua substância, sustentando tudo com a sua poderosa palavra, depois de ter feito a purificação dos pecados (dos homens com os seus sofrimentos) está sentado (como homem) à direita da majestade (de Deus) nas alturas,

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

1

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São João Crisóstomo

“O qual, sendo o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados.” [1.] Em todo lugar, na verdade, é necessária uma mente reverente, mas especialmente quando dizemos ou ouvimos algo acerca de Deus: visto que nem a língua pode proferir, nem o pensamento ouvir algo que seja adequado ao nosso Deus. E por que falo de língua ou de pensamento? Pois nem mesmo o entendimento, que muito excede a estas, poderá compreender algo com exatidão, quando desejamos proferir algo acerca de Deus. Porque, se “a paz de Deus excede todo o entendimento” (Fil. 4,7), e “as coisas que Deus preparou para os que o amam não subiram ao coração do homem” (1 Cor. 2,9), muito mais Ele mesmo, o D…

São João Crisóstomo · Homilies on Hebrews · Hebrews 1.3 · c. 347–407

tradução automática

Citações internas

14

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Deus é corpo. Pois corpo é o que tem três dimensões. Ora, a Sagrada Escritura atribui as três dimensões a Deus, pois está escrito: “Ele é mais alto que o céu, e que farás? Mais profundo que o inferno, e como o conhecerás? A medida dele é mais comprida que a terra e mais larga que o mar” (Jó 11,8-9). Logo, Deus é corpo. **Objeção 2:** Além disso, tudo o que tem figura é corpo, pois a figura é qualidade da quantidade. Ora, Deus parece ter figura, pois está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança” (Gn 1,26). Ora, a figura é chamada imagem, segundo o texto: “Sendo o resplendor da sua glória e a figura, isto é, a imagem, da sua substância” (Hb 1,3). Logo, Deus é corpo. **Objeção 3:** Além disso, tudo o que tem partes corpóreas é corpo. Ora, a Escritura…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que a alma de Cristo teve omnipotência quanto à transmutação das criaturas. Porque Ele mesmo diz (Mt 28,18): "Todo o poder Me foi dado no céu e na terra". Ora, pelas palavras "céu e terra" significam-se todas as criaturas, como é claro em Gn 1,1: "No princípio criou Deus o céu e a terra." Logo, parece que a alma de Cristo teve omnipotência quanto à transmutação das criaturas. **Objeção 2:** Ademais, a alma de Cristo é a mais perfeita de todas as criaturas. Mas toda criatura pode ser movida por outra criatura; pois Agostinho diz (De Trin. III,4) que "assim como os corpos mais densos e inferiores são regidos de modo fixo pelos corpos mais sutis e fortes, assim todos os corpos o são pelo espírito de vida, e o espírito de vida irracional pelo espírito de vida racional…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Orígenes

Ou assim: A palavra glória é aqui usada num sentido diferente daquele que alguns pagãos lhe atribuem, que definiram a glória como a reunião dos louvores de muitos. É evidente que a glória em tal sentido é coisa diferente daquela mencionada no Êxodo, onde se diz que a glória do Senhor encheu o tabernáculo (Êx 40:34), e que o rosto de Moisés foi glorificado. A glória aqui mencionada é algo visível, uma certa aparição divina no templo e no rosto de Moisés; mas num sentido mais elevado e mais espiritual somos glorificados quando, com o olho do entendimento, penetramos nas coisas de Deus. Pois a mente, quando ascende acima das coisas materiais e vê espiritualmente a Deus, é deificada; e desta glória espiritual, a glória visível no rosto de Moisés é uma figura: porque a sua mente foi deificada p…

Orígenes · Origenes in Ioannem · c. 184–253

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que "Verbo" não é o nome próprio do Filho. Pois o Filho é uma pessoa subsistente em Deus. Mas "verbo" não significa uma coisa subsistente, como se vê em nós. Logo, "verbo" não pode ser o nome próprio da pessoa do Filho. Objeção 2: Além disso, o verbo procede do falante ao ser proferido. Portanto, se o Filho é propriamente o verbo, Ele procede do Padre apenas por via de proferimento; o que é a heresia de Valentim, como aparece em Agostinho (De Haeres. xi). Objeção 3: Além disso, todo nome próprio de uma pessoa significa alguma propriedade dessa pessoa. Portanto, se o Verbo é o nome próprio do Filho, significa alguma propriedade Sua; e assim haverá muitas mais propriedades em Deus do que aquelas acima mencionadas. Objeção 4: Além disso, quem quer que entenda concebe um v…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que o nome de Imagem não é próprio do Filho; porque, como diz Damasceno (De Fide Orth. I, 18), «o Espírito Santo é a Imagem do Filho». Logo, a Imagem não pertence só ao Filho. **Objeção 2.** Além disso, a semelhança na expressão pertence à natureza da imagem, como diz Agostinho (QQ. LXXXIII, q. 74). Ora, isto pertence ao Espírito Santo, que procede de outro por via de semelhança. Logo, o Espírito Santo é uma Imagem; e, portanto, ser Imagem não pertence só ao Filho. **Objeção 3.** Além disso, o homem também é chamado imagem de Deus, segundo 1 Cor 11,7: «O homem não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus.» Logo, Imagem não é próprio do Filho. **Ao contrário,** diz Agostinho (De Trin. VI, 2): «Só o Filho é a Imagem do Pai.» **Respondo que** os Douto…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

São Gregório Magno

64. Pois a Imagem do Pai é o Filho, como Moisés ensina no caso do homem na sua criação: Assim Deus criou o homem à Sua própria Imagem; à Imagem de Deus o criou. E como o Sábio, na exposição da Sabedoria, diz acerca do mesmo Filho: Porque Ela é o esplendor da luz eterna. E como Paulo tem: O Qual, sendo o esplendor da Sua glória, e a expressa Imagem da Sua Pessoa. Quando então a Sua Eternidade é percebida até onde a capacidade da nossa frágil natureza admite, a Sua Imagem é posta diante dos olhos da mente, nisto que, quando verdadeiramente nos esforçamos para o Pai, enquanto O recebemos, O vemos pela Sua Imagem, isto é, pelo Seu Filho. E por Essa Imagem, Que foi gerada dEle mesmo sem princípio, de certo modo nos esforçamos por obter um vislumbre dAquele Que não tem princípio nem fim. E daí e…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 64 · c. 540–604

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

OBJEÇÃO 1: Parece que não pertence a Cristo como homem assentar-se à direita do Pai, porque, como diz Damasceno (De Fide Orth. iv): «O que chamamos de direita do Pai é a glória e a honra da Divindade.» Ora, a glória e a honra da Divindade não pertencem a Cristo como homem. Consequentemente, parece que Cristo como homem não se assenta à direita do Pai. OBJEÇÃO 2: Ademais, assentar-se à direita do governante parece excluir a sujeição, porque aquele que assim se assenta parece, de certo modo, reinar com ele. Ora, Cristo como homem está «sujeito ao» Pai, como se diz em 1 Cor. 15, 28. Portanto, parece que Cristo como homem não se assenta à direita do Pai. OBJEÇÃO 3: Além disso, sobre Rom. 8, 34: «Quem está à direita de Deus», acrescenta a glosa: «isto é, igual ao Pai naquela honra, pela qual…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Artigo 4 — Se é próprio de Cristo assentar-se à direita do Pai?** **Objeção 1:** Parece que não é próprio de Cristo assentar-se à direita do Pai, porque diz o Apóstolo (Ef 2,4.6): «Deus ... nos ressuscitou juntamente e nos fez assentar juntamente nos lugares celestiais em Cristo Jesus.» Ora, ser ressuscitado não é próprio de Cristo. Logo, pela mesma razão, também não lhe é próprio assentar-se «à direita» de Deus «nas alturas» (Heb 1,3). **Objeção 2:** Além disso, como diz Agostinho (Sobre o Símbolo, i): «Para Cristo assentar-se à direita do Pai é habitar na sua beatitude.» Ora, muitos outros participam desta. Logo, não parece que seja próprio de Cristo assentar-se à direita do Pai. **Objeção 3:** Além disso, o próprio Cristo diz (Apoc 3,21): «Ao que vencer, dar-lhe-ei assentar-se comi…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o sacramento não imprime caráter na alma. Pois o termo "caráter" parece significar uma espécie de sinal distintivo. Ora, os membros de Cristo se distinguem dos demais pela predestinação eterna, a qual não implica nada nos predestinados, senão somente em Deus que predestina, como já foi dito na Primeira Parte (Q. 23, A. 2). Com efeito, está escrito (2 Tm 2,19): "O firme fundamento de Deus permanece firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus." Logo, os sacramentos não imprimem caráter na alma. **Objeção 2:** Ademais, caráter é um sinal distintivo. Ora, o sinal, como diz Agostinho (Doutrina Cristã, II), "é aquilo que, além da espécie que imprime nos sentidos, faz vir ao espírito outra coisa". Mas nada que está na alma pode imprimir espécie nos sentidos…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o caráter não é uma potência espiritual. Porque "caráter" parece ser o mesmo que "figura"; donde (Heb. 1,3), onde lemos "figura de Sua substância", o grego tem {charakter}. Ora, "figura" está na quarta espécie de qualidade, e assim difere da potência, que está na segunda espécie. Portanto, o caráter não é uma potência espiritual. Objeção 2: Ademais, Dionísio diz (Hier. Ecl. ii): "A Beatitude Divina admite aquele que busca a felicidade a uma participação de Si mesma, e concede-lhe esta participação conferindo-lhe a Sua luz como uma espécie de selo." Consequentemente, parece que o caráter é uma espécie de luz. Ora, a luz pertence antes à terceira espécie de qualidade. Logo, o caráter não é uma potência, pois esta parece pertencer à segunda espécie. Objeção 3: Ademais,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o caráter sacramental não é o caráter de Cristo. Porquanto está escrito (Ef 4,30): «Não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados.» Ora, o caráter consiste essencialmente em algo que sela. Logo, o caráter sacramental deve ser atribuído ao Espírito Santo antes que a Cristo. **Objeção 2:** Demais, o caráter tem a natureza de sinal. E é sinal da graça que é conferida pelo sacramento. Ora, a graça é derramada na alma por toda a Trindade; donde está escrito (Sl 83,12): «O Senhor dará graça e glória.» Logo, parece que o caráter sacramental não deve ser atribuído especialmente a Cristo. **Objeção 3:** Demais, o homem é marcado com um caráter para que seja distinguível dos outros. Ora, os santos são distinguíveis dos outros pela caridade, a qual, com…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que as criaturas não precisam ser conservadas no ser por Deus. Pois aquilo que não pode não ser não precisa ser conservado no ser; assim como o que não pode partir não precisa ser guardado de partir. Ora, algumas criaturas, por sua própria natureza, não podem não ser. Logo, nem todas as criaturas precisam ser conservadas no ser por Deus. A proposição média prova-se assim: Aquilo que está incluído na natureza de uma coisa está necessariamente nessa coisa, e o seu contrário não pode estar nela; assim, um múltiplo de dois deve ser necessariamente par e não pode ser ímpar. Ora, a forma traz consigo o ser, porque toda coisa está em ato no ser na medida em que tem forma. Mas algumas criaturas são formas subsistentes, como dissemos dos anjos (Q[50], AA[2],5); e assim o ser é…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que alguma coisa é aniquilada. Pois o fim corresponde ao princípio. Ora, no princípio nada existia senão Deus. Logo, todas as coisas devem tender a este fim, que nada haja senão Deus. Portanto, as criaturas serão reduzidas a nada. Objeção 2: Ademais, toda criatura tem uma potência finita. Mas nenhuma potência finita se estende ao infinito. Por isso o Filósofo prova (Fís. VIII, 10) que “uma potência finita não pode mover-se em tempo infinito”. Logo, uma criatura não pode durar por uma duração infinita; e assim, em algum tempo, será reduzida a nada. Objeção 3: Ademais, as formas e os acidentes não têm matéria como parte de si mesmos. Mas em algum tempo cessam de existir. Logo, são reduzidos a nada. Em contrário, está escrito (Ecle. 3,14): “Aprendi que todas as obras que…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática

Tertuliano

Gênesis 1 1:1 1:1 1:1 1:1 1:1 1:1 1:1 1:1-2 1:1-2 1:2 1:2 1:2 1:2 1:2 1:2 1:3 1:3 1:3 1:3 1:6-7 1:6-8 1:7 1:8 1:9 1:9 1:10 1:11 1:11-12 1:14 1:14 1:14 1:16 1:20-21 1:21-22 1:22 1:24 1:24 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26 1:26-27 1:27 1:27 1:27 1:28 1:28 1:28 1:28 1:28 1:28 1:31 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7 2:7-8 2:15 2:15 2:16 2:16 2:16-17 2:17 2:17 2:18 2:21 2:21 2:21 2:23 2:23 2:23 2:23-24 2:24-25 2:27 3:1 3:1-7 3:1-7 3:2-3 3:3 3:5 3:6 3:7 3:9 3:9 3:10 3:11 3:11 3:16 3:16 3:18 3:19 3:19 3:19 3:19 3:19 3:19 3:22 3:22 3:22 3:24 3:31 4:1-7 4:2 4:2-14 4:6-7 4:10 4:11 4:15 4:24 5:22 5:24 5:24 5:24 6:1-4 6:1-4 6:2 6:2 6:2 6:3 6:6 6:9 6:18 7:1 7:23 9:1-2 9:3 9:5 9:5-6 9:6 9:7 9:19 11:31 12 12:5 14 14:18 15:6 15:13 17 17 18 18 18:14 18:21 19 19:1-29 19:17 19:23-29 19:24 21:5 2…

Tertuliano · Works of Tertullian (ANF Vol. 3) · Index of Scripture References · c. 160–225

tradução automática