Referência

Hb 1, 6

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Trechos nesta página

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Comentários diretos

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Autores distintos

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Matos Soares

6E, novamente, quando introduz o seu Primogênito no mundo, diz : Todos os anjos de Deus o adorem (Ps. 96, 7).

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São João Crisóstomo

“E quando outra vez introduz o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. E quanto aos anjos, diz: O que faz a seus anjos espíritos, e a seus ministros chama de fogo. Mas ao Filho diz: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre.” [1.] Nosso Senhor Jesus Cristo chama a sua vinda na carne uma saída: como quando diz: “Saiu o semeador a semear.” (Mt 13,3). E outra vez: “Saí do Pai, e vim.” (Jo 16,28). E em muitos lugares se pode ver isto. Mas Paulo chama-lhe uma entrada, dizendo: “E quando outra vez introduz o Primogênito no mundo,” significando por esta introdução o seu assumir a carne. Ora, por que usou ele assim a expressão? As coisas significadas [por ela] são manifestas, e em que respeito é [assim] dito. Porque Cristo, na verdade, chama-lhe uma saída, justamente; pois…

São João Crisóstomo · Homilies on Hebrews · Hebrews 1.6—8 · c. 347–407

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não se pode atribuir razão suficiente às cerimônias da Lei Velha referentes às coisas sagradas. Pois Paulo disse (Atos 17,24): "O Deus que fez o mundo e todas as coisas que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens." Portanto, não era conveniente que na Lei Velha se erigisse um tabernáculo ou templo para o culto de Deus. **Objeção 2:** Além disso, o estado da Lei Velha não foi mudado senão por Cristo. Ora, o tabernáculo significava o estado da Lei Velha. Logo, não deveria ter sido mudado pela construção do templo. **Objeção 3:** Ademais, a Lei Divina, mais do que qualquer outra, deveria conduzir o homem ao culto de Deus. Mas o aumento do culto divino exige a multiplicação de altares e templos, como é evidente na Lei…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não se pode atribuir razão suficiente às cerimônias da Lei Antiga referentes às coisas sagradas. Pois Paulo disse (Atos 17,24): «Deus, que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.» Logo, não convinha que na Lei Antiga se erigisse um tabernáculo ou templo para o culto de Deus. **Objeção 2:** Além disso, o estado da Lei Antiga não foi mudado senão por Cristo. Ora, o tabernáculo significava o estado da Lei Antiga. Portanto, não deveria ter sido mudado pela construção do templo. **Objeção 3:** Demais, a Lei Divina, mais do que qualquer outra, deve levar o homem ao culto de Deus. Mas o aumento do culto divino exige multiplicação de altares e templos, como é evidente na Lei Nova. Logo, parece qu…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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