Referência

Hb 12, 3

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Autores distintos

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Matos Soares

3Considerai, pois, aquele que sofreu tal contradição dos pecadores contra si, e não vos deixareis cair no desânimo.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o Filho de Deus não devia ter assumido a natureza humana com defeitos corporais. Pois assim como a sua alma está unida pessoalmente ao Verbo de Deus, assim também o seu corpo. Mas a alma de Cristo possuía toda perfeição, tanto de graça como de verdade, como foi dito acima (Q[7], A[9]; Q[9], seqq.). Portanto, também o seu corpo devia ter sido em tudo perfeito, não tendo nele imperfeição alguma. Objeção 2: Além disso, a alma de Cristo via o Verbo de Deus pela visão em que os bem-aventurados veem, como foi dito acima (Q[9], A[2]), e assim a alma de Cristo era bem-aventurada. Ora, pela beatificação da alma o corpo é glorificado; pois, como diz Agostinho (Ep. ad Dios. cxviii), “Deus fez a alma de natureza tão forte que da plenitude da sua bem-aventurança transborda até a…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que as partes da fortaleza são inadequadamente assinaladas. Pois Túlio (De Invent. Rhet. ii) assinala quatro partes à fortaleza, a saber: "magnificência", "confiança", "paciência" e "perseverança". Ora, a magnificência parece pertencer à liberalidade, pois ambas versam sobre dinheiro, e "o homem magnífico deve necessariamente ser liberal", como observa o Filósofo (Ética Nic. iv, 2). Mas a liberalidade é parte da justiça, como se afirmou acima (Q[117], A[5]). Logo, a magnificência não deve ser contada como parte da fortaleza. **Objeção 2:** Ademais, a confiança é aparentemente o mesmo que esperança. Mas a esperança não parece pertencer à fortaleza; antes é virtude por si mesma. Logo, a confiança não deve ser contada como parte da fortaleza. **Objeção 3:** Ademais, a…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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