Referência

Is 35, 7

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Autores distintos

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Matos Soares

7A terra, que estava árida, se converterá em um lago, e a terra, que ardia de sede, se converterá em fontes de águas. Nas cavernas, em que antes habitavam os chacais, nascerá a verdura da cana e do junco.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Porque na sagrada Escritura, 'erva' toma-se umas vezes pela verdura da glória temporal, outras pelo alimento do demónio, outras pelo sustento dos pregadores, outras pelas boas obras, outras pelo conhecimento e doutrina da vida eterna. Com efeito, toma-se pela verdura da glória temporal, como diz o Profeta: Passe pela manhã como erva; de manhã floreça e passe. [Sl 90,6] Pois florecer e passar pela manhã como erva é, na prosperidade deste mundo, secar-se rapidamente a beleza da glória temporal. Toma-se a erva pelo alimento do demónio, como dele diz o Senhor: Para ele as montanhas produzem erva. [Job 40,20] Como se dissesse: Enquanto os homens soberbos e altivos se exaltam em pensamentos e acções ilícitas, alimentam-no com as suas iniquidades. A erva mostra-se ser o sustento dos pregadores, q…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 52 · c. 540–604

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São Gregório Magno

Na Sagrada Escritura, pela expressão ‘cana’ [*calamus*] ou ‘junco’ [*arundo*] entende-se às vezes o Verbo Permanente, às vezes a perícia dos doutos, às vezes a variabilidade da mente, às vezes o esplendor da glória temporal. Pois pela ‘cana’ designa-se a eternidade do Verbo, quando é dito pelo Salmista com a voz do Pai: *A minha língua é a cana de um escriba que escreve depressa* [Sl 45,1]. Porque, visto que o que falamos passa, mas o que escrevemos permanece, a língua do Pai é chamada cana de um escriba, porque d’Ele procede o Verbo Coeterno consigo mesmo e gerado sem transição. Mais adiante, pelo ‘junco’ exprime-se a doutrina dos escritores, como o Profeta promete acerca da Santa Igreja, dizendo: *Nos covis em que antes costumavam habitar os dragões, brotará o verdor do junco e da cana*…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 7 · c. 540–604

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