Referência

Is 42, 1

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

1Eis o meu servo, que eu amparo, o meu escolhido, no qual a minha alma põe a sua complacência; sobre ele derramei o meu espírito; ele espalhará a justiça entre as nações.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Beato Rabano Mauro

Ou, seguindo outra interpretação, segundo a abundância da graça e a largueza do amor. Ele é Aram, o escolhido, conforme aquilo: 'Eis o meu Servo, a quem escolhi' (Isaías 42,1). Ele é Aminadab, isto é, 'voluntário', naquilo em que diz: 'Sacrificarei espontaneamente a Ti' (Isaías 54,6). Também Ele é Naasson, isto é, 'augúrio', pois conhece o passado, o presente e o futuro; ou, 'como uma serpente', conforme aquilo: 'Moisés levantou a serpente no deserto' (João 3,14). Ele é Salmon, isto é, 'o que sente', como disse: 'Sinto que de mim saiu poder' (Lucas 8,46).

Beato Rabano Mauro · c. 780–856

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que a graça habitual não se seguiu à união. Porque nada se segue a si mesmo. Ora, esta graça habitual parece ser a mesma que a graça da união; pois Agostinho diz (De Praedest. Sanct. xv): "Todo homem se torna cristão desde o princípio de sua crença, pela mesma graça pela qual este Homem desde o seu princípio se tornou Cristo"; e destas duas, a primeira pertence à graça habitual e a segunda à graça da união. Logo, pareceria que a graça habitual não se seguiu à união. **Objeção 2:** Ademais, a disposição precede a perfeição, senão no tempo, ao menos no pensamento. Ora, a graça habitual parece ser uma disposição na natureza humana para a união pessoal. Portanto, parece que a graça habitual não se seguiu, mas antes precedeu a união. **Objeção 3:** Ademais, o comum pr…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 13 · c. 1225–1274

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