Referência

Is 60, 15

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Matos Soares

15De abandonada, aborrecida e solitária, far-te-ei a glória imortal dos séculos, a alegria de todas as gerações.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Assim como no mal o ‘pescoço’ denota soberba, assim no bem denota a elevação em liberdade; donde às vezes acontece que a própria ‘soberba’ é também posta pela autoridade pertencente a essa elevação; como quando o Senhor diz por promessa à Santa Igreja pelo Profeta: Pôr-te-ei por soberba dos séculos. E porque no tempo da perseguição alguns que são fracos não ousam pregar com liberdade as verdades que sentem, diz-se rectamente deste inimigo: Segurou o meu pescoço, e partiu-me em dois. Mas talvez são designados pelo nome de ‘pescoço’ aqueles que, na estação da sua paz, são elevados mais do que convém, e por ocasião de defender a causa do direito ministram ao mal da auto-exaltação; os quais, no tempo da perseguição, sentem a adversidade tanto mais sensivelmente por isto, que são elevados pela…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 18 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a soberba não é pecado. Porque nenhum pecado é objecto da promessa de Deus. Porque as promessas de Deus se referem ao que Ele há-de fazer; e Ele não é autor do pecado. Ora, a soberba é contada entre as promessas divinas: pois está escrito (Is 60,15): «Farei de ti uma soberba [Douay: 'glória'] eterna, uma alegria de geração em geração.» Logo, a soberba não é pecado. Objecção 2: Além disso, não é pecado desejar ser semelhante a Deus: porque toda a criatura tem um desejo natural disto; e especialmente convém isto à criatura racional, que é feita à imagem e semelhança de Deus. Ora, diz-se no Livro das Sentenças de Próspero 294, que «a soberba é o amor da própria excelência, pela qual alguém se assemelha a Deus, que é sumamente excelente.» Donde diz Agostinho (Confiss. i…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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