Referência

Tg 1, 14

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Autores distintos

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Matos Soares

14Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia;

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Quando os Santos oram "Não nos deixeis cair em tentação", que outra coisa pedem senão que possam perseverar em sua santidade? Concedido isto uma vez — e que isto é dom de Deus, mostra-o o fato de a Ele o pedirmos —, nenhum dos Santos deixa de manter até o fim a sua permanente santidade; pois nenhum cessa de se manter em sua profissão cristã, senão quando primeiro é surpreendido pela tentação. Portanto, pedimos não ser induzidos em tentação para que isto não nos aconteça; e se não acontece, é Deus que não permite que aconteça; pois nada se faz, senão o que Ele ou faz, ou consente que seja feito. Ele é, portanto, capaz de voltar nossas vontades do mal para o bem, de levantar o caído e de dirigi-lo no caminho que lhe é agradável, a quem não em vão suplicamos: "Não nos deixeis cair em tentação…

Santo Agostinho · De Don. Pers., 5 · c. 354–430

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a vontade não pode ser movida pelo apetite sensitivo. Pois "mover e agir é mais excelente do que ser passivo", como diz Agostinho (Gen. ad lit. xii, 16). Ora, o apetite sensitivo é menos excelente do que a vontade, que é o apetite intelectual; assim como o sentido é menos excelente do que o intelecto. Logo, o apetite sensitivo não move a vontade. Objeção 2: Ademais, nenhuma potência particular pode produzir um efeito universal. Ora, o apetite sensitivo é uma potência particular, porque segue a apreensão particular dos sentidos. Logo, não pode causar o movimento da vontade, movimento este que é universal, por seguir a apreensão universal do intelecto. Objeção 3: Ademais, como se prova na Física VIII, 5, o motor não é movido por aquilo que move, de modo que haja movim…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

OBJEÇÃO 1: Parece que a vontade não pode ser movida pelo apetite sensitivo. Pois "mover e agir é mais excelente do que ser passivo", como diz Agostinho (Gen. ad lit. XII, 16). Mas o apetite sensitivo é menos excelente do que a vontade, que é o apetite intelectual; assim como o sentido é menos excelente do que o intelecto. Logo, o apetite sensitivo não move a vontade. OBJEÇÃO 2: Além disso, nenhuma potência particular pode produzir um efeito universal. Mas o apetite sensitivo é uma potência particular, porque segue a apreensão particular do sentido. Logo, não pode causar o movimento da vontade, cujo movimento é universal, como seguindo a apreensão universal do intelecto. OBJEÇÃO 3: Além disso, como se prova em Física VIII, 5, o motor não é movido por aquilo que move, de modo que haja movi…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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