Referência

Tg 1, 27

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Autores distintos

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Matos Soares

27A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas, nas suas tribulações, e conservar-se (cada um) puro de toda a mancha deste mundo.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a religião não ordena o homem somente a Deus. Pois está escrito (Tiago 1,27): «A religião pura e imaculada para com Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se a si mesmo da corrupção do mundo.» Ora, «visitar os órfãos e as viúvas» indica uma relação entre si e o próximo, e «guardar-se a si mesmo da corrupção do mundo» pertence à ordem do homem dentro de si mesmo. Logo, a religião não implica ordem somente a Deus. **Objeção 2:** Ademais, Agostinho diz (Cidade de Deus X,1) que, «como ao falar latim não só os indoutos, mas também os mais cultos costumavam falar de religião como sendo prestada aos nossos parentes humanos e aos que estão ligados a nós por algum vínculo, esse termo não escapa à ambiguidade quando se trata do cul…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Parece que é ilícito para os religiosos ocuparem-se de negócios seculares. Pois no decreto citado acima (Art. 1) do Papa Bonifácio diz-se que o "bem‑aventurado Bento mandou que eles estivessem totalmente livres de negócios seculares; e isto é prescrito explicitamente pela doutrina apostólica e pelo ensino de todos os Padres, não apenas aos religiosos, mas também a todo o clero canônico", segundo 2 Tim. 2:4: "Ninguém que milita para Deus se embaraça com negócios seculares." Ora, é dever de todos os religiosos serem soldados de Deus. Logo, é ilícito para eles ocuparem-se de negócios seculares. Além disso, o Apóstolo diz (1 Tess. 4:11): "Procureis viver em sossego, e tratar dos vossos negócios", o que uma glosa explica assim: "abstendo-vos dos negócios alheios, para poderdes melhor atender à…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que nenhuma ordem religiosa deve ser estabelecida para as obras da vida ativa. Porque toda ordem religiosa pertence ao estado de perfeição, como foi dito acima (Q[184], A[5]; Q[186], A[1]). Ora, a perfeição do estado religioso consiste na contemplação das coisas divinas. Pois Dionísio diz (Hier. Ecl. vi) que eles são "chamados servos de Deus por prestarem culto e sujeição puros a Deus, e por causa da vida indivisa e singular que os une por santas reflexões", isto é, contemplações, "das coisas invisíveis, à unidade semelhante a Deus e à perfeição amada de Deus". Logo, parece que nenhuma ordem religiosa deve ser estabelecida para as obras da vida ativa. **Objeção 2:** Ademais, o mesmo juízo parece aplicar-se aos cônegos regulares como aos monges, segundo o *Extra, De P…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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