Referência

Jr 31, 34

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Autores distintos

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Matos Soares

34Ninguém ensinará mais o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor - porque todos me conhecerão, desde o mais pequeno até ao maior, diz o Senhor, pois perdoarei a sua maldade e não me lembrarei mais do seu pecado.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que um anjo não ilumina outro. Pois os anjos possuem agora a mesma beatitude que esperamos alcançar. Ora, um homem não iluminará então outro homem, conforme Jer. 31,34: "Não ensinará mais cada um o seu próximo, nem cada um o seu irmão." Logo, nem agora um anjo ilumina outro. Objeção 2: Além disso, a luz nos anjos é tríplice: da natureza, da graça e da glória. Mas um anjo é iluminado na luz da natureza pelo Criador; na luz da graça pelo Justificador; na luz da glória pelo Beatificador; tudo o que vem de Deus. Logo, um anjo não ilumina outro. Objeção 3: Além disso, a luz é uma forma na mente. Ora, a mente racional "é informada só por Deus, sem intervenção criada", como diz Agostinho (Das Oitenta e Três Questões, q. 51). Logo, um anjo não ilumina a mente de outro. Em cont…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a vida ativa permanece depois desta vida. Pois os atos das virtudes morais pertencem à vida ativa, como foi dito acima (A[1]). Ora, as virtudes morais perduram depois desta vida, segundo Agostinho (De Trin. xiv, 9). Logo, a vida ativa permanece depois desta vida. Objeção 2: Ademais, ensinar os outros pertence à vida ativa, como foi dito acima (A[3]). Ora, na vida futura, quando "formos semelhantes aos anjos", será possível ensinar; assim como aparentemente o é nos anjos, dos quais um "ilumina, purifica e aperfeiçoa" [*Coel. Hier. iii, viii] o outro, o que se refere à "recepção do conhecimento", segundo Dionísio (Coel. Hier. vii). Logo, parece que a vida ativa permanece depois desta vida. Objeção 3: Ademais, quanto mais uma coisa é duradoura em si mesma, mais é capaz…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

49. A Sagrada Escritura chama 'pasto' àquele alimento de eterna verdura, onde o nosso refrigério já não se desfará com nenhuma sequidão do desfalecimento. Deste pasto diz o Salmista: *O Senhor me governa, e nada me faltará; pôs-me ali em lugar de pasto* [Sl 23,1-2]. E outra vez: *Mas nós somos o seu povo e ovelhas do seu pasto* [Sl 96,7]. E destes pastos, sem dúvida, a Verdade diz por Si mesma: *Por mim, se alguém entrar, será salvo, e entrará e sairá, e achará pasto* [Jo 10,9]. Vão, portanto, para o pasto; porque, ao saírem dos seus corpos, encontram aqueles refrigérios de eterna verdura. Saem e não voltam mais para elas; porque, quando foram arrebatados naquela contemplação de gozos, já não precisam ouvir as palavras dos mestres. Tendo saído, portanto, não voltam a eles; porque, escapand…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 49 · c. 540–604

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