Referência

Jr 8, 6

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Autores distintos

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Matos Soares

6Atendi e escutei: não falam como é mister; não há quem faça penitência do seu pecado, dizendo: Que fiz eu? (Pelo contrário) todos voltam à sua carreira, como um cavalo que se atira ao combate.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Parece inconveniente distinguir seis espécies de pecado contra o Espírito Santo, a saber: desesperação, presunção, impenitência, obstinação, resistência à verdade conhecida, inveja do bem espiritual do irmão, as quais são assinaladas pelo Mestre (Sent. ii, D, 43). Pois negar a justiça ou a misericórdia de Deus pertence à incredulidade. Ora, pela desesperação o homem rejeita a misericórdia de Deus, e pela presunção, a Sua justiça. Portanto, cada uma destas é uma espécie de incredulidade, antes que de pecado contra o Espírito Santo. Além disso, a impenitência, ao que parece, diz respeito aos pecados passados, enquanto a obstinação, aos futuros. Ora, o tempo passado e o futuro não diversificam as espécies de virtudes ou vícios, pois é a mesma fé pela qual cremos que Cristo nasceu, e os antig…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que este sacramento foi instituído inconvenientemente na Nova Lei. Porque aquelas coisas que pertencem à lei natural não carecem de instituição. Ora, pertence à lei natural que o homem se arrependa do mal que fez; pois é impossível amar o bem sem se entristecer pelo seu contrário. Logo, a Penitência foi inconvenientemente instituída na Nova Lei. **Objeção 2.** Ademais, o que existia na Antiga Lei não devia ser instituído na Nova. Ora, na Antiga Lei havia Penitência; por isso o Senhor se queixa (Jer 8,6), dizendo: «Não há quem faça penitência do seu pecado, dizendo: Que fiz?» Logo, a Penitência não devia ter sido instituída na Nova Lei. **Objeção 3.** Ademais, a Penitência vem depois do Batismo, pois é a segunda tábua, como se disse acima (A. 6). Ora, parece que o Se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

Pois a mente de cada um deve inquirir ansiosamente as suas razões diante de Deus, e as razões de Deus contra si mesma. Deve pesar cuidadosamente ou que bens recebeu d'Ele, ou que mau retorno fez à Sua bondade por meio de uma vida ímpia. E isto os Eleitos não cessam de fazer dia após dia. Donde Salomão diz bem: *Os pensamentos dos justos são juízos* (Pr 12,5). Pois eles aproximam-se das câmaras secretas do Juiz, nos recessos do seu próprio coração; consideram quão severamente Ele fere no fim, que tão longamente os suporta com paciência. Temem pelos pecados que se lembram de ter cometido; e punem com as suas lágrimas as faltas que sabem ter perpetrado. Receiam os juízos perscrutadores de Deus, mesmo naqueles pecados que porventura não conseguem descobrir em si mesmos. Pois veem que aquilo qu…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · c. 540–604

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