Referência

Jr 9, 5

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

5Enganam-se uns aos outros, não dizem a verdade, habituaram a sua língua a mentir, cansam-se em fazer o mal.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Em tudo o que o ímpio faz, está cercado de angústia, tribulação e aperto; porque a sua alma está confusa com ansiedade e dúvida. Um homem deseja secretamente apoderar-se dos bens de outro pela força, e trabalha e se esforça nos pensamentos do seu coração para não ser descoberto. Outro homem, abandonando a verdade, decide contar uma mentira, para enganar o espírito dos que o ouvem; mas que grande trabalho é guardar com suficiente cuidado para que o próprio engano não seja descoberto! Pois põe diante dos olhos a resposta que lhe pode ser dada pelos que conhecem a verdade, e com grande esforço de pensamento descobre como, pelos artifícios da falsidade, pode superar as evidências da verdade. Envolve-se de um lado e de outro, e contra aquilo em que poderia ter sido descoberto, procura uma respo…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 47 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Primeiro Objeto.** Parece que a curiosidade não pode ter por objeto o conhecimento intelectivo. Porque, segundo o Filósofo (Ética ii, 6), nas coisas que são essencialmente boas não pode haver meio-termo nem extremos. Ora, o conhecimento intelectivo é essencialmente bom: porque a perfeição do homem parece consistir em que seu entendimento seja reduzido da potência ao ato, e isto se faz pelo conhecimento da verdade. Pois Dionísio diz (Div. Nom. iv) que «o bem da alma humana é estar em conformidade com a razão», cuja perfeição consiste em conhecer a verdade. Logo, o vício da curiosidade não pode ter por objeto o conhecimento intelectivo. **Segundo Objeto.** Além disso, aquilo que torna o homem semelhante a Deus, e que ele recebe de Deus, não pode ser um mal. Ora, toda abundância de conheci…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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