Referência

Jn 1, 29

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

9

Autores distintos

1

Matos Soares

Texto bíblico ainda não disponível para esta referência.

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

9

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que Deus se encarnou como remédio para os pecados atuais, antes que para o pecado original. Porque, quanto mais grave é o pecado, tanto mais se opõe à salvação do homem, para a qual Deus se encarnou. Ora, o pecado atual é mais grave que o original; pois ao pecado original se deve a pena mais leve, como diz Agostinho (Contra Juliano, V, 11). Logo, a Encarnação de Cristo visa principalmente a tirar os pecados atuais. **Objeção 2:** Ademais, a pena de sentido não é devida ao pecado original, mas somente a pena de dano, como se demonstrou (I-II, q. 87, a. 5). Ora, Cristo veio sofrer a pena de sentido na Cruz em satisfação pelos pecados — e não a pena de dano, pois não teve defeito nem da visão beatífica nem da fruição. Logo, veio para tirar o pecado atual, antes que o…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o efeito do sacerdócio de Cristo não é a expiação dos pecados. Porque pertence só a Deus apagar os pecados, conforme Is 43,25: «Eu sou Aquele que por amor de Mim apago as tuas iniquidades.» Ora, Cristo é sacerdote, não como Deus, mas como homem. Logo, o sacerdócio de Cristo não expia os pecados. Objeção 2: Além disso, o Apóstolo diz (Heb 10,1-3) que as vítimas do Antigo Testamento não podiam «tornar perfeitos» (os que a elas se chegavam); «porque, se o pudessem, teriam cessado de ser oferecidas, visto que os adoradores, uma vez purificados, já não teriam consciência de pecado algum; mas nelas cada ano se faz comemoração dos pecados.» Ora, de igual modo, sob o sacerdócio de Cristo se faz comemoração dos pecados nas palavras: «Perdoa-nos as nossas dívidas» (Mt 6,12). A…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a Mãe de Deus não foi virgem ao conceber a Cristo. Porque nenhum filho que tem pai e mãe é concebido por uma mãe virgem. Ora, diz-se que Cristo teve não só mãe, mas também pai, segundo Lc 2,33: «Seu pai e sua mãe estavam maravilhados com as coisas que se diziam d'Ele»; e mais adiante (Lc 2,48) no mesmo capítulo ela diz: «Eis que eu e Teu pai [Vulg.: 'Teu pai e eu'] andávamos à Tua procura, aflitos». Logo, Cristo não foi concebido de uma mãe virgem. Objeção 2: Além disso, em Mt 1 prova-se que Cristo era Filho de Abraão e de Davi, por descender José de Davi. Portanto, parece que a Mãe de Cristo O concebeu da semente de José; e, consequentemente, que ela não foi virgem ao concebê-Lo. Objeção 3: Além disso, está escrito (Gl 4,4): «Deus enviou Seu Filho, feito de mulher»…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Cristo "pagou dízimos" nos lombos de Abraão. Pois o Apóstolo diz (Hb 7,6-9) que Levi, bisneto de Abraão, "pagou dízimos em Abraão", porque, quando este pagou dízimos a Melquisedeque, "ainda estava nos seus lombos". De modo semelhante, Cristo estava nos lombos de Abraão quando este pagou dízimos. Logo, o próprio Cristo também pagou dízimos em Abraão. **Objeção 2:** Além disso, Cristo é da semente de Abraão segundo a carne, que recebeu de Sua Mãe. Mas Sua Mãe pagou dízimos em Abraão. Portanto, por igual razão, Cristo o fez. **Objeção 3:** Além disso, "em Abraão o dízimo foi imposto sobre aquilo que necessitava de cura", como diz Agostinho (Gn. ad lit. x). Mas toda carne sujeita ao pecado necessitava de cura. Visto que, portanto, a carne de Cristo estava sujeita ao…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 8 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que Cristo foi inconvenientemente apresentado no Templo. Pois está escrito (Êx 13,2): «Santifica-me todo primogênito que abre a madre entre os filhos de Israel.» Mas Cristo saiu do ventre fechado da Virgem; e assim não abriu o ventre de sua Mãe. Portanto, Cristo não estava obrigado por esta lei a ser apresentado no Templo. Objeção 2: Além disso, o que está sempre na presença de alguém não pode ser apresentado a esse alguém. Ora, a humanidade de Cristo estava sempre na presença de Deus em sumo grau, por estar sempre unida a Ele na unidade de pessoa. Logo, não havia necessidade de ser apresentado ao Senhor. Objeção 3: Além disso, Cristo é a principal vítima, para quem todas as vítimas da Lei antiga se referem, como a figura à realidade. Ora, não se deve oferecer uma vítim…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que há vários pecados originais em um só homem. Porquanto está escrito (Sl 50,7): «Eis que fui concebido em iniqüidades, e em pecados me concebeu minha mãe.» Ora, o pecado em que o homem é concebido é o pecado original. Logo, há vários pecados originais no homem. Objeção 2: Ademais, um mesmo e único hábito não inclina o seu sujeito a contrários, pois a inclinação do hábito é como a da natureza, que tende a uma só coisa. Ora, o pecado original, mesmo em um só homem, inclina a pecados vários e contrários. Logo, o pecado original não é um só hábito, mas vários. Objeção 3: Ademais, o pecado original infecta todas as partes da alma. Ora, as diferentes partes da alma são diferentes sujeitos de pecado, como foi mostrado acima (Q[74]). Logo, como um só pecado não pode estar em…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que as cerimônias da Lei Velha tinham poder de justificação no tempo da Lei. Porque a expiação do pecado e a consagração pertencem à justificação. Ora, está escrito (Êx 39,21) que os sacerdotes e suas vestes foram consagrados pela aspersão do sangue e pela unção do óleo; e (Lv 16,16) que, pela aspersão do sangue do novilho, o sacerdote expiava o santuário "das imundícies dos filhos de Israel, e das suas transgressões e… dos seus pecados". Logo, as cerimônias da Lei Velha tinham poder de justificação. **Objeção 2.** Ademais, aquilo pelo qual o homem agrada a Deus pertence à justificação, conforme o Sl 10,8: "O Senhor é justo e amou a justiça". Ora, alguns agradavam a Deus por meio das cerimônias, conforme Lv 10,19: "Como poderia eu… agradar ao Senhor nas cerimônias, t…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que há muitos pecados originais em um homem. Porque está escrito (Sl 1,7): «Eis que fui concebido em iniqüidades, e em pecados me concebeu minha mãe.» Ora, o pecado em que um homem é concebido é o pecado original. Logo, há vários pecados originais no homem. **Objeção 2:** Além disso, um mesmo hábito não inclina seu sujeito a contrários, pois a inclinação do hábito é como a da natureza, que tende a uma coisa. Ora, o pecado original, mesmo em um só homem, inclina a pecados vários e contrários. Portanto, o pecado original não é um só hábito, mas vários. **Objeção 3:** Ademais, o pecado original infecta cada parte da alma. Ora, as diferentes partes da alma são diferentes sujeitos de pecado, como se mostrou acima (q. 74). Logo, como um pecado não pode estar em diferentes…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Pareceria que as cerimônias da Lei Antiga tiveram, ao tempo da Lei, poder de justificação. Pois a expiação do pecado e a consagração pertencem à justificação. Mas está escrito (Êx 39,21) que os sacerdotes e as suas vestes foram consagrados pela aspersão do sangue e a unção do óleo; e (Lv 16,16) que, pela aspersão do sangue do bezerro, o sacerdote expiava "o santuário das imundícies dos filhos de Israel, e das suas transgressões e dos seus pecados". Logo, as cerimônias da Lei Antiga tiveram poder de justificação. Objeção 2: Ademais, aquilo pelo que o homem agrada a Deus pertence à justificação, segundo o Sl 10,8: "O Senhor é justo e amou a justiça". Mas alguns agradavam a Deus por meio das cerimônias, conforme Lv 10,19: "Como poderia eu agradar ao Senhor nas cerimônias, tendo o…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática