Referência

Jn 3, 22

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Matos Soares

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o batismo de João deveria ter cessado depois que Cristo foi batizado. Porque está escrito (João 1,31): «Para que Ele seja manifestado a Israel, por isso vim eu batizar em água.» Mas, quando Cristo foi batizado, foi suficientemente manifestado, tanto pelo testemunho de João como pela pomba que desceu sobre Ele, e ainda pela voz do Pai que Lhe dava testemunho. Logo, parece que o batismo de João não devia ter durado depois disso. Objeção 2: Além disso, Agostinho diz (Super Joan. Tract. iv): «Cristo foi batizado, e o batismo de João deixou de valer.» Logo, parece que, depois do batismo de Cristo, João não devia continuar a batizar. Objeção 3: Além disso, o batismo de João preparava o caminho para o de Cristo. Mas o batismo de Cristo começou logo que Ele foi batizado; po…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a instituição deste sacramento não foi conveniente, porque, como diz o Filósofo (De Gener. ii): "Somos nutridos pelas mesmas coisas de onde provimos". Ora, pelo Batismo, que é a regeneração espiritual, recebemos o nosso ser espiritual, como diz Dionísio (Eccl. Hier. ii). Logo, também pelo Batismo somos nutridos. Portanto, não era necessário instituir este sacramento como alimento espiritual. Objeção 2: Ademais, os homens se unem a Cristo por este sacramento como os membros à cabeça. Mas Cristo é Cabeça de todos os homens, mesmo daqueles que existiram desde o início do mundo, como se disse acima (Q. 8, Aa. 3,6). Logo, a instituição deste sacramento não deveria ter sido adiada até a ceia do Senhor. Objeção 3: Ademais, este sacramento é chamado memorial da Paixão do Se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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