Referência

Jn 3, 34

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Autores distintos

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Matos Soares

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a graça de Cristo é infinita. Pois tudo o que é imensurável é infinito. Ora, a graça de Cristo é imensurável, conforme está escrito (Jo 3,34): “Porque Deus não dá o Espírito por medida ao seu Filho [*A expressão ‘ao seu Filho’ falta na Vulgata], a saber, a Cristo.” Logo, a graça de Cristo é infinita. **Objeção 2:** Ademais, um efeito infinito denota um poder infinito, que só pode provir de uma essência infinita. Ora, o efeito da graça de Cristo é infinito, porque se estende à salvação de todo o gênero humano; pois Ele é a propiciação pelos nossos pecados… e também pelos de todo o mundo, como diz (1 Jo 2,2). Logo, a graça de Cristo é infinita. **Objeção 3:** Ademais, todo ser finito, por acréscimo, pode atingir a quantidade de qualquer outro ser finito. Portanto,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 11 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que Cristo não foi um perfeito compreensor no primeiro instante da sua conceição. Porque o mérito precede a recompensa, assim como a culpa precede a pena. Ora, Cristo mereceu no primeiro instante da sua conceição, como foi dito acima (A[3]). Logo, sendo o estado de compreensão a principal recompensa, parece que Cristo não foi compreensor no primeiro instante da sua conceição. Objeção 2: Ademais, disse o Senhor (Lc 24,26): «Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas, e assim entrasse na sua glória?» Ora, a glória pertence ao estado de compreensão. Logo, Cristo não estava no estado de compreensão no primeiro instante da sua conceição, quando ainda não padecera. Objeção 3: Ademais, o que convém nem ao homem nem ao anjo parece próprio de Deus; e portanto nã…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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