Referência

Mt 27, 44

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Matos Soares

44Do mesmo modo o insultavam os ladrões que estavam crucificados com ele.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Pareceria inconveniente que Cristo tivesse sido crucificado com ladrões, porque está escrito (2 Cor. 6,14): “Que participação tem a justiça com a injustiça?” Ora, por nós Cristo “de Deus nos foi feito justiça” (1 Cor. 1,30); ao passo que a iniquidade convém aos ladrões. Logo, não era conveniente que Cristo fosse crucificado com ladrões. Objeção 2: Além disso, sobre Mat. 26,35: “Ainda que eu deva morrer Contigo, não Te negarei”, Orígenes (Tratado xxxv sobre Mateus) observa: “Não era a sorte dos homens morrer com Jesus, pois Ele morreu por todos.” Também sobre Lc. 22,33: “Estou pronto a ir Contigo, tanto à prisão como à morte”, diz Ambrósio: “A Paixão de nosso Senhor tem seguidores, mas não iguais.” Parece, pois, muito menos conveniente que Cristo sofresse com ladrões. Objeção 3…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 11 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o pecado de temor não é contrário à fortaleza; porque a fortaleza versa sobre perigos de morte, como se disse acima (Q. 123, A. 4 e 5). Ora, o pecado de temor nem sempre está ligado a perigos de morte, pois uma glosa ao Sl 127,1: «Bem-aventurados todos os que temem o Senhor», diz: «É humano temor aquele pelo qual tememos sofrer perigos carnais ou perder bens mundanos». E outra glosa sobre Mt 27,44: «Ele orou pela terceira vez, dizendo a mesma palavra», afirma: «O mau temor é tríplice: temor da morte, temor da dor e temor do desprezo». Logo, o pecado de temor não é contrário à fortaleza. **Objeção 2:** Além disso, a principal razão pela qual alguém é louvado pela fortaleza é expor-se ao perigo de morte. Ora, por vezes um homem expõe-se à morte por temor da escravi…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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