Referência

Mq 7, 8

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Autores distintos

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Matos Soares

8Não te alegres, inimiga minha, a meu respeito: se cai, hei de tornar a levantar-me; depois de ter estado sentada nas trevas, o 'Senhor será a minha luz.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeta-se primeiro: Parece que não era necessário que Cristo ressuscitasse. Pois Damasceno diz (De Fide Orth. iv): «Ressurreição é o levantar-se novamente de um ser animado, que se desintegrou e caiu.» Ora, Cristo não caiu pelo pecado, nem o seu corpo se dissolveu, como é manifesto pelo que foi dito acima (Q. 51, A. 3). Logo, não lhe pertence propriamente ressuscitar. Objeta-se segundo: Além disso, todo aquele que ressuscita é promovido a um estado mais elevado, pois ressuscitar é ser erguido. Mas, depois da morte, o corpo de Cristo continuou unido à Divindade; logo, não podia ser erguido a condição mais alta. Portanto, não lhe era devido ressuscitar. Objeta-se terceiro: Além disso, tudo o que sucedeu à humanidade de Cristo foi ordenado para a nossa salvação. Ora, a Paixão de Cristo bast…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 2 — Se a profecia é um hábito.** **Objecção 1.** Parece que a profecia é um hábito. Porquanto, segundo a *Ética* (II, 5), «três coisas há na alma: potência, paixão e hábito». Ora, a profecia não é potência, pois então estaria em todos os homens, visto que as potências da alma são comuns a eles. Também não é paixão, porque as paixões pertencem à faculdade apetitiva, como se disse (I-II, q. 22, a. 2); ao passo que a profecia diz respeito principalmente ao conhecimento, conforme foi estabelecido no artigo anterior. Logo, a profecia é um hábito. **Objecção 2.** Além disso, toda perfeição da alma que não está sempre em acto é um hábito. Ora, a profecia é uma perfeição da alma, e não está sempre em acto; do contrário, o profeta não poderia ser descrito como adormecido. Logo, parece qu…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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