Referência

Mc 4, 33

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Matos Soares

33Assim lhes propunha a palavra com muitas parábolas como estas, conforme o permitia a capacidade dos ouvintes.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São João Crisóstomo

Após as parábolas precedentes, para que ninguém pensasse que Cristo trazia alguma coisa nova, o Evangelista cita o Profeta, predizendo até mesmo este seu modo de pregar: as palavras de Marcos são: «E com muitas tais parábolas lhes anunciava a palavra, segundo eram capazes de a ouvir.» Não vos maravilheis, pois, de que, ao falar do reino, Ele use as semelhanças de uma semente e do fermento; pois discursava a homens simples, que precisavam ser conduzidos adiante por tais auxílios.

São João Crisóstomo · Hom., xlvii · c. 347–407

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não houve temor em Cristo. Porquanto está escrito (Provérbios 28:1): "O justo, intrépido como um leão, estará sem pavor." Ora, Cristo foi justíssimo. Logo, não houve temor em Cristo. **Objeção 2:** Além disso, diz Hilário (Da Trindade, X): "Pergunto àqueles que assim pensam: é razoável que temesse a morte Aquele que, expelindo dos Apóstolos todo temor da morte, os animou para a glória do martírio?" Portanto, é irrazoável que houvesse temor em Cristo. **Objeção 3:** Demais, o temor parece só respeitar o que o homem não pode evitar. Ora, Cristo podia evitar tanto o mal da pena que sofreu, como o mal da culpa que sobreveio a outros. Logo, não houve temor em Cristo. **Em contrário,** está escrito (Marcos 14:33): Jesus "começou a temer e a angustiar-se." **Respondo…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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