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Na 1, 9

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Autores distintos

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Matos Soares

9Que projectos formais contra o Senhor? É ele mesmo que aniquilará (Nínive); esta inimiga não surgirá duas vezes.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que os cismáticos não são justamente punidos com a excomunhão. Pois a excomunhão priva o homem principalmente da participação nos sacramentos. Mas Agostinho diz (Contra os Donatistas, VI, 5) que «o Batismo pode ser recebido de um cismático». Logo, parece que a excomunhão não é uma punição adequada para os cismáticos. Objecção 2: Ademais, é dever dos fiéis de Cristo reconduzir os que se desviaram, pelo que está escrito contra certas pessoas (Ezequiel 34,4): «O que foi afastado não trouxestes de volta, nem buscastes o que se perdeu». Ora, os cismáticos são mais facilmente trazidos de volta por aqueles que podem manter comunhão com eles. Portanto, parece que não devem ser excomungados. Objecção 3: Além disso, não se inflige dupla punição por um mesmo pecado, conforme Naum…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que depois do Juízo que se faz no tempo presente, não resta outro Juízo Geral. Porque nenhum juízo serve de propósito depois da distribuição final dos prêmios e castigos. Ora, os prêmios e castigos são distribuídos no tempo presente, pois o Senhor disse ao ladrão na cruz (Lc 23,43): «Hoje estarás comigo no Paraíso»; e (Lc 16,22) está escrito que «o rico morreu e foi sepultado no inferno». Logo, é inútil esperar um Juízo final. Objeção 2: Ademais, segundo outra versão (a dos Setenta) de Naum 1,9: «Deus não julgará a mesma coisa duas vezes». Ora, no tempo presente Deus julga tanto as coisas temporais como as espirituais. Logo, não parece que se deva esperar outro juízo final. Objeção 3: Ademais, o prêmio e o castigo correspondem ao mérito e ao demérito. Ora, o mérito e o…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o acusador que não prova a sua acusação não está obrigado à pena de talião. Porque, às vezes, um homem é levado por um erro justo a fazer uma acusação, e, nesse caso, o juiz absolve o acusador, como se afirma no Decreto II, qu. iii [*Append. Grat. ad can. Si quem poenituerit]. Logo, o acusador que não prova a sua acusação não está obrigado à pena de talião. **Objeção 2:** Ademais, se a pena de talião deve ser infligida àquele que acusou injustamente, isso será por causa da injúria que fez a alguém — mas não por causa de qualquer injúria feita à pessoa do acusado, porque, nesse caso, o soberano não poderia remitir essa pena; nem por causa de uma injúria à república, porque, então, o acusado não poderia absolvê-lo. Logo, a pena de talião não é devida àquele que não…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 4 — Se a punição do sacrilégio deve ser pecuniária?** **Objeção 1.** Parece que a punição do sacrilégio não deve ser pecuniária. A pena pecuniária não costuma ser infligida por uma falta criminal. Ora, o sacrilégio é uma falta criminal, e por isso é punido com sentença capital segundo o direito civil [*Dig. xlviii, 13; Cod. i, 3, de Episc. et Cleric.]. Logo, o sacrilégio não deve ser condenado a uma pena pecuniária. **Objeção 2.** Ademais, o mesmo pecado não deve receber dupla punição, conforme Naum 1,9: «Não se levantará dupla tribulação.» Ora, o sacrilégio é punido com excomunhão: maior, por violar uma pessoa sagrada, e por queimar ou destruir uma igreja; menor, por outros sacrilégios. Logo, o sacrilégio não deve ser condenado a uma pena pecuniária. **Objeção 3.** Ademais, o…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

35. Deus, tantas vezes quantas castiga o pecador ferindo-o, por esta razão «solta» o açoite, para «poupar». Mas quando, ferindo, dá fim à sua vida permanecendo em pecado, «solta» o açoite, mas nunca de modo algum «poupa». Porque o Mesmo, que «soltou» o açoite para «poupar», um dia o «solta» com este fim: que não poupe. Pois nesta vida o Senhor Se ocupa tanto mais para poupar, quanto mais açoita esperando; como Ele mesmo diz a João pela voz do Anjo: «A quantos amo, repreendo e castigo» [Ap 3,19]; e como noutro lugar se diz: «Porque o Senhor castiga aquele que ama» [Hb 12,6]. Mas, pelo contrário, está escrito acerca do açoite da condenação: «O ímpio é apanhado nas obras das suas próprias mãos» [Sl 9,16]. Dos quais o Senhor diz por Jeremias, quando vê as multidões transgredindo irremediavelme…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 35 · c. 540–604

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