Referência

Fl 1, 7

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

7É justo que eu pense assim de todos vós, porque vos tenho no coração, vós todos que, quer nas minhas cadeias quer na defesa e confirmação do Evangelho, sois participantes da minha alegria.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o amor não causa a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Pois aquilo que está em outro é contido nele. Mas o mesmo não pode ser continente e conteúdo. Logo, o amor não pode causar a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Objeção 2: Ademais, nada pode penetrar no interior de um todo senão mediante a divisão do todo. Mas é função da razão, não do apetite onde reside o amor, dividir as coisas que são realmente unidas. Portanto, a mútua inabitação não é efeito do amor. Objeção 3: Ademais, se o amor implica que o amante esteja no amado e vice-versa, segue-se que o amado está unido ao amante do mesmo modo que o amante está unido ao amado. Ora, a união mesma é o amor, como acima se afirmou (A[1]). Logo, segue-se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que o amor não causa a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Pois aquilo que está em outro é contido por ele. Ora, o mesmo não pode ser continente e conteúdo. Logo, o amor não pode causar a mútua inabitação, de sorte que o amante esteja no amado e vice-versa. **Objeção 2:** Ademais, nada pode penetrar no interior de um todo senão mediante uma divisão do todo. Ora, é função da razão, não do apetite onde reside o amor, dividir as coisas que estão realmente unidas. Portanto, a mútua inabitação não é efeito do amor. **Objeção 3:** Ademais, se o amor implica que o amante esteja no amado e vice-versa, segue-se que o amado está unido ao amante do mesmo modo que o amante está unido ao amado. Ora, a união mesma é o amor, como acima se afirmo…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática
Fl 1, 7 nos Padres da Igreja | Aurea