Referência

Pr 11, 22

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Matos Soares

22Um anel de ouro no focinho dum porco, tal é a mulher formosa mas insensata.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

2. Pois o rinoceronte é de natureza inteiramente indomável, de sorte que, se alguma vez é capturado, de modo algum pode ser retido. Porque, como se diz, morre imediatamente por não poder suportá-lo. Mas o seu nome interpretado significa, na língua latina, ‘um corno na venta’. E que outra coisa designa a venta, senão a loucura; que outra coisa o corno, senão a soberba? Pois que a loucura é geralmente entendida pela venta, aprendemo-lo pelo testemunho de Salomão, que diz: *Como um anel de ouro na venta de uma porca, assim é a mulher formosa e insensata.* [Prov. 11, 22] Porque Ele via a doutrina herética brilhando com o esplendor da eloquência, e contudo não concordando com o reto entendimento da sabedoria, e diz: *Um anel de ouro na venta de uma porca*; isto é, uma expressão bela e elaborada…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro XXXI, Parágrafo II · c. 540–604

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São Gregório Magno

51. Na Sagrada Escritura pela palavra 'narinas' é compreendida algumas vezes a loucura, algumas vezes a instigação do antigo inimigo, mas algumas vezes a presciência. Pois a loucura é algumas vezes designada por 'narinas', como já ensinamos antes, pela autoridade de Salomão; que diz: Um anel de ouro no focinho de uma porca é uma mulher formosa e louca. [Prov. 11, 22] Pelo nome 'narinas' são entendidos os laços que exalam e a instigação do antigo inimigo; de qual o Senhor testemunha acerca dele neste mesmo livro, dizendo: Das suas narinas procede fumo. [Job 41, 20] Como se dissesse: Da sua instigação perversa resulta uma neblina de pensamento extremamente malvado no coração dos homens, pela qual os olhos daqueles que veem são obscurecidos. A presciência é também designada por 'narinas', com…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro XXXI, Parágrafo LI · c. 540–604

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