Referência

Pr 14, 16

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

16O sábio teme e desvia-se do mal; o insensato avança arrogantemente, e dá-se por seguro.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Pareceria lícito ao acusado defender-se com calúnias. Porque, segundo o direito civil (Cod. II, iv, De transact. 18), quando um homem é julgado por sua vida, é-lhe lícito subornar o seu adversário. Ora, isto se faz principalmente defendendo-se com calúnias. Logo, o acusado que é julgado por sua vida não peca se se defende com calúnias. Objeção 2: Ademais, um acusador que é culpado de conluio com o acusado é punível por lei (Decret. II, qu. iii, can. Si quem poenit.). Contudo, nenhuma pena é imposta ao acusado por conluio com o acusador. Portanto, pareceria lícito ao acusado defender-se com calúnias. Objeção 3: Além disso, está escrito (Prov. 14,16): "O sábio teme e aparta-se do mal; o insensato precipita-se e fica confiante." Ora, o que se faz sabiamente não é pecado. Logo, nã…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a intrepidez não é pecado. Pois o que se conta para louvor do justo não é pecado. Ora, está escrito em louvor do justo (Prov. 28,1): «O justo, confiado como um leão, estará sem temor.» Logo, não é pecado estar sem temor. **Objeção 2:** Além disso, nada é tão temível como a morte, segundo o Filósofo (Ética, iii, 6). Contudo, não se deve temer nem mesmo a morte, conforme Mat. 10,28: «Não temais os que matam o corpo», etc., nem coisa alguma que o homem possa infligir, segundo Is. 51,12: «Quem és tu, para que temas o homem mortal?» Logo, não é pecado ser intrépido. **Objeção 3:** Demais, o temor nasce do amor, como foi dito acima (Q. 125, a. 2). Ora, pertence à perfeição da virtude não amar coisa alguma terrena, pois segundo Agostinho (De Civ. Dei, XIV), «o amor de…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática