Referência

Pr 18, 17

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

17Parece ter razão o que expõe primeiro a sua causa; vem depois a parte adversa, e então se examina a fundo a questão.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Jerônimo

Os outros Evangelistas, por respeito a Mateus, não o chamaram pelo seu nome comum, mas dizem aqui, Levi, pois tinha ambos os nomes. Mateus, porém, conforme o que diz Salomão: «O justo é o primeiro acusador de si mesmo» [Prov 18:17], chama a si mesmo tanto Mateus como Publicano, para mostrar aos leitores que ninguém deve desesperar da salvação, os que se convertem a melhores coisas, visto que ele, de publicano, se tornou Apóstolo.

São Jerônimo · c. 347–420

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São Gregório Magno

33. Mas nisto é necessário saber que os homens muitas vezes confessam os seus pecados e não são humildes. Pois conhecemos muitos que, quando ninguém os acusa, confessam que são pecadores; mas quando talvez são repreendidos pelo seu pecado, procuram o apoio da defesa para não parecerem pecadores; os quais, se, quando dizem a coisa por vontade própria, então se vissem a si mesmos como pecadores com genuína humildade, quando são acusados por outros nunca negariam aquilo que confessaram. Neste caso, os sinais da verdadeira confissão são: se quando um homem se chama a si mesmo pecador, não contradiz outro que também afirma isso acerca dele. Porque, como está escrito: O justo, no princípio, é acusador de si mesmo; [Prov. 18,17] não procura antes parecer pecador, mas justo, quando alguém se confe…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 33 · c. 540–604

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São Gregório Magno

22. Mesmo aqueles que não creem ter pecado, geralmente confessam-se pecadores. Pois é frequente que os homens se confessem abertamente pecadores, mas, ao ouvirem um relato verdadeiro dos seus pecados, quando outras pessoas os atacam, defendem-se ousadamente e se esforçam por parecer inocentes. Todo aquele, pois, desta condição, se diz que pecou, fala falsamente; porquanto se proclama pecador não do íntimo do coração, mas somente em palavras. Pois, visto que está escrito: *O justo no princípio acusa-se a si mesmo* [Pv 18,17], ele desejou granjear crédito, não ser humilhado, confessando o seu pecado; desejou, acusando-se a si mesmo, parecer humilde, sem o ser. Pois, se realmente quisesse ser humilde, confessando o seu pecado, não atacaria os outros quando o convencessem de o haver cometido.…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 22 · c. 540–604

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