Referência

Pr 21, 20

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Matos Soares

20Na casa do justo há tesouro precioso e azeite (aromatizado); porém um insensato dissipará tudo.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

61. A quem chama ele ‘príncipes’ senão aos governantes da santa Igreja, que a economia divina substitui sem interrupção no lugar dos seus predecessores? A respeito destes o Salmista, falando à mesma Igreja, diz: *Em lugar de teus pais, nasceram-te filhos, que farás príncipes sobre toda a terra.* E que chama ele ‘ouro’ senão a sabedoria, da qual Salomão diz: *Um tesouro desejável repousa na boca do sábio.* Isto é, ele viu a sabedoria como ouro, e por isso a chamou tesouro; e ela é bem designada pelo nome de ‘ouro’, porque, assim como com ouro se compram os bens temporais, assim com a sabedoria as bênçãos eternas. Se a sabedoria não fosse ouro, nunca teria sido dito pelo Anjo à Igreja de Laodiceia: *Aconselho-te que compres de mim ouro provado no fogo.* Pois ‘compramos ouro’ para nós quando…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 61 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a imprudência não é pecado. Pois todo pecado é voluntário, segundo Agostinho [*De Vera Relig. xiv]; mas a imprudência não é voluntária, pois ninguém deseja ser imprudente. Logo, a imprudência não é pecado. Objecção 2: Ademais, nenhum pecado senão o original vem ao homem com o nascimento. Ora, a imprudência vem ao homem com o nascimento, pelo que os jovens são imprudentes; e contudo não é pecado original, que se opõe à justiça original. Logo, a imprudência não é pecado. Objecção 3: Ademais, todo pecado é removido pela penitência. Ora, a imprudência não é removida pela penitência. Logo, a imprudência não é pecado. Em contrário: O tesouro espiritual da graça não é tirado senão pelo pecado. Ora, é tirado pela imprudência, segundo Prov. 21,20: «Há um tesouro desejável…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a prodigalidade é pecado mais grave que a avareza. Porque pela avareza o homem injuria o próximo, não lhe comunicando os seus bens; ao passo que pela prodigalidade o homem injuria a si mesmo, pois o Filósofo diz (Ética, iv, 1) que "o desperdício das riquezas, que são os meios pelos quais o homem vive, é a ruína do seu próprio ser". Ora, quem injuria a si mesmo peca mais gravemente, conforme Eclesiástico 14,5: "Quem é mau para si, para quem será bom?" Logo, a prodigalidade é pecado mais grave que a avareza. Objeção 2: Ademais, uma desordem acompanhada de circunstância louvável é menos pecaminosa. Ora, a desordem da avareza é às vezes acompanhada de circunstância louvável, como no caso daqueles que não querem gastar o que é seu, para não serem levados a aceitar de outr…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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