Referência

Pr 25, 21

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

2

Matos Soares

21Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer, se tiver sede, dá-lhe água para beber,

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Mas, segundo esta interpretação, não será falta ter em vista agradar aos fiéis; e contudo nos é proibido propor como fim de qualquer boa obra o agradar a qualquer tipo de homens. Porém, se queres que os homens imitem tuas ações, que lhes podem ser agradáveis, elas devem ser feitas diante de incrédulos e também de crentes. Se, novamente, segundo outra interpretação, tomamos a mão esquerda como significando nosso inimigo, e que nosso inimigo não deve saber quando fazemos esmola, por que o próprio Senhor curou misericordiosamente os homens quando os judeus estavam ao redor? E como também devemos agir com o próprio inimigo segundo aquele preceito: «Se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer» (Pv 25:21). Uma terceira interpretação é ridícula: que a mão esquerda significa a esposa, e que, porque…

Santo Agostinho · c. 354–430

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a caridade exige que o homem mostre ao seu inimigo os sinais ou efeitos do amor. Porque está escrito (1 Jo 3,18): "Não amemos de palavra nem de língua, mas por obras e em verdade." Ora, o homem ama por obras quando mostra àquele que ama os sinais e efeitos do amor. Logo, a caridade requer que o homem mostre a seus inimigos tais sinais e efeitos de amor. **Objeção 2:** Demais, Nosso Senhor disse no mesmo passo (Mt 5,44): "Amai os vossos inimigos" e "Fazei bem aos que vos odeiam". Ora, a caridade exige que amemos os nossos inimigos. Logo, exige também que "façamos bem" a eles. **Objeção 3:** Ademais, não só Deus, mas também o próximo é objeto da caridade. Ora, Gregório diz numa homilia de Pentecostes (In Evang. xxx) que "o amor de Deus não pode ser ocioso, porque…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

tradução automática