Referência

Pr 3, 16

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Autores distintos

2

Matos Soares

16Na sua direita está uma larga vida, e as riquezas e a glória na sua esquerda.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não se pode atribuir razão suficiente às cerimônias da Lei Velha referentes às coisas sagradas. Pois Paulo disse (Atos 17,24): "O Deus que fez o mundo e todas as coisas que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens." Portanto, não era conveniente que na Lei Velha se erigisse um tabernáculo ou templo para o culto de Deus. **Objeção 2:** Além disso, o estado da Lei Velha não foi mudado senão por Cristo. Ora, o tabernáculo significava o estado da Lei Velha. Logo, não deveria ter sido mudado pela construção do templo. **Objeção 3:** Ademais, a Lei Divina, mais do que qualquer outra, deveria conduzir o homem ao culto de Deus. Mas o aumento do culto divino exige a multiplicação de altares e templos, como é evidente na Lei…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

Pois vê que aquele que corre com tão grande rapidez como que não está conosco, mas, considerando que até as coisas que passam permanecem diante de Deus Todo-Poderoso, declara que ‘o número dos nossos meses está com Ele’. Ou, de facto, pelos ‘dias’ denota-se a brevidade do tempo, mas pelos ‘meses’ multiplicam-se os espaços dos dias. Assim, para nós ‘os dias são breves’; mas, visto que a nossa vida é depois ainda prolongada, ‘o número dos nossos meses’ é registado ‘que está com Deus’. Donde também é dito por Salomão: *Longura de dias está na sua mão direita* [Pr 3,16]. Segue-se: *Tu lhe fixaste os limites, que ele não pode passar.*

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 1 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não se pode atribuir razão suficiente às cerimônias da Lei Antiga referentes às coisas sagradas. Pois Paulo disse (Atos 17,24): «Deus, que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.» Logo, não convinha que na Lei Antiga se erigisse um tabernáculo ou templo para o culto de Deus. **Objeção 2:** Além disso, o estado da Lei Antiga não foi mudado senão por Cristo. Ora, o tabernáculo significava o estado da Lei Antiga. Portanto, não deveria ter sido mudado pela construção do templo. **Objeção 3:** Demais, a Lei Divina, mais do que qualquer outra, deve levar o homem ao culto de Deus. Mas o aumento do culto divino exige multiplicação de altares e templos, como é evidente na Lei Nova. Logo, parece qu…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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