Referência

Pr 3, 5

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Autores distintos

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Matos Soares

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a docilidade não deve ser considerada uma parte da prudência. Pois aquilo que é condição necessária de toda virtude intelectual não deve ser apropriado a uma delas. Ora, a docilidade é necessária para toda virtude intelectual. Logo, não deve ser considerada uma parte da prudência. Objeção 2: Ademais, o que pertence a uma virtude humana está em nosso poder, pois é pelas coisas que estão em nosso poder que somos louvados ou censurados. Ora, não está em nosso poder ser dóceis, pois isto convém a alguns por sua disposição natural. Logo, não é parte da prudência. Objeção 3: Ademais, a docilidade está no discípulo; ao passo que a prudência, por fazer preceitos, parece pertencer antes aos mestres, que também são chamados "preceptores". Logo, a docilidade não é parte da pru…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os preceitos do decálogo deveriam incluir um preceito de prudência. Porque os preceitos principais devem incluir um preceito da virtude principal. Ora, os preceitos principais são os do decálogo. Visto que a prudência é a principal das virtudes morais, parece que os preceitos do decálogo deveriam incluir um preceito de prudência. Objeção 2: Além disso, o ensinamento do Evangelho contém a Lei, especialmente quanto aos preceitos do decálogo. Ora, o ensinamento do Evangelho contém um preceito de prudência (Mt 10,16): «Sede prudentes como as serpentes». Logo, os preceitos do decálogo deveriam incluir um preceito de prudência. Objeção 3: Ademais, os outros ensinamentos do Antigo Testamento são dirigidos para os preceitos do decálogo; por isso está escrito (Ml 4,4): «Lemb…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

7. Mas se estas várias particularidades, que percorremos, tratando-as segundo a história, também as examinarmos quanto aos mistérios da alegoria, que mais tomamos neste lugar pelo ouro senão o engenho do entendimento brilhante? que ‘ouro puríssimo’ senão a mente, que, enquanto é purificada pelo fogo do amor, conserva sempre em si o brilho da beleza, por uma renovação diária do fervor? Pois a mente não sabe envelhecer pela inércia, aquela que é inclinada pelo desejo a sempre começar. Assim, é daí que é dito por Paulo: Renovai-vos no espírito da vossa mente. [Ef 4,23] Donde o Salmista, que já havia alcançado a altura da perfeição, disse como começando: Eu disse: agora começo; [Sl 77,10] desta maneira, porque, se não estamos dispostos a desfalecer e a afastar-nos do bem começado, é muito nece…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 7 · c. 540–604

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