Referência

Pr 5, 22

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Matos Soares

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que a forma deste sacramento não é: “Eu te absolvo”. Porque as formas dos sacramentos são recebidas da instituição de Cristo e do costume da Igreja. Ora, não lemos que Cristo tenha instituído esta forma. Nem ela está em uso comum; com efeito, em certas absolvições que se dão publicamente na igreja (por exemplo, na Prima e nas Completas e na Quinta-Feira Santa), a absolvição é dada não na forma indicativa, dizendo: “Eu te absolvo”, mas na forma deprecatória, dizendo: “Deus Todo-Poderoso tenha misericórdia de vós” ou: “Deus Todo-Poderoso vos conceda absolvição e perdão”. Logo, a forma deste sacramento não é: “Eu te absolvo”. **Objeção 2:** Demais, o Papa Leão diz (Ep. cviii) que o perdão de Deus não pode ser obtido sem as súplicas sacerdotais; e fala ali do perdão d…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

21. Os que sabem regular retamente os movimentos de seus membros não são injustamente chamados ‘reis’. Mas quando a mente se envaidece com fundamento nessa mesma continência, acontece mui frequentemente que Deus Todo-Poderoso, abandonando-lhe a soberba, a deixa cair na imundície da prática. E assim ‘Ele desaperta o cinto dos reis’, quando, naqueles que pareciam regular retamente seus membros, por causa do pecado da soberba, desata a cinta da castidade. Ora, que se entende por ‘uma corda’, senão o pecado? Como diz Salomão: *As suas próprias iniquidades prenderão o ímpio, e ele será retido com as cordas dos seus pecados* (Prov. 5, 22). E porque a deleitação carnal tem o seu domínio nos ‘rins’, o severo Juiz da consciência, que ‘desaperta o cinto dos reis’, ‘cinge os seus rins com uma corda’,…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 21 · c. 540–604

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