Referência

Pr 6, 16

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

16Seis são as coisas, que o Senhor aborrece, antes são sete as que sua alma abomina:

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a discórdia não é pecado. Porque discordar do próximo é separar-se da vontade alheia. Mas isso não parece ser pecado, porque só a vontade de Deus, e não a do próximo, é a regra da nossa vontade. Logo, a discórdia não é pecado. Objeção 2: Ademais, quem induz outrem a pecar, também ele peca. Ora, parece que não é pecado incitar outros à discórdia, pois está escrito (Atos 23, 6) que Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus e a outra de fariseus, clamou no conselho: "Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus; pela esperança e ressurreição dos mortos sou chamado a juízo. E, tendo dito isto, houve dissensão entre os fariseus e os saduceus." Logo, a discórdia não é pecado. Objeção 3: Ademais, o pecado, especialmente o mortal, não se encontra num homem santo. Ora…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a detração é pecado mais grave que a murmuração. Porque os pecados de palavra consistem em falar mal. Ora, o detrator fala do seu próximo coisas que são simplesmente más, pois tais coisas levam à perda ou depreciação do seu bom nome; ao passo que o murmurador só intenciona dizer o que é aparentemente mau, porquanto são desagradáveis ao ouvinte. Logo, a detração é pecado mais grave que a murmuração. **Objeção 2:** Ademais, aquele que priva um homem do seu bom nome priva-o não só de um amigo, mas de muitos, porque todos estão dispostos a desprezar a amizade de uma pessoa de má fama. Donde se reprova contra um certo indivíduo (2 Paralipómenos 19:2): "Tu te uniste em amizade com aqueles que odeiam o Senhor." Mas a murmuração priva-o de apenas um amigo. Logo, a detraç…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática