Referência

Pr 6, 19

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

1

Matos Soares

19testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia discórdias entre seus irmãos.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a discórdia não é pecado. Porque discordar do próximo é separar-se da vontade alheia. Mas isso não parece ser pecado, porque só a vontade de Deus, e não a do próximo, é a regra da nossa vontade. Logo, a discórdia não é pecado. Objeção 2: Ademais, quem induz outrem a pecar, também ele peca. Ora, parece que não é pecado incitar outros à discórdia, pois está escrito (Atos 23, 6) que Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus e a outra de fariseus, clamou no conselho: "Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus; pela esperança e ressurreição dos mortos sou chamado a juízo. E, tendo dito isto, houve dissensão entre os fariseus e os saduceus." Logo, a discórdia não é pecado. Objeção 3: Ademais, o pecado, especialmente o mortal, não se encontra num homem santo. Ora…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a detração é pecado mais grave que a murmuração. Porque os pecados de palavra consistem em falar mal. Ora, o detrator fala do seu próximo coisas que são simplesmente más, pois tais coisas levam à perda ou depreciação do seu bom nome; ao passo que o murmurador só intenciona dizer o que é aparentemente mau, porquanto são desagradáveis ao ouvinte. Logo, a detração é pecado mais grave que a murmuração. **Objeção 2:** Ademais, aquele que priva um homem do seu bom nome priva-o não só de um amigo, mas de muitos, porque todos estão dispostos a desprezar a amizade de uma pessoa de má fama. Donde se reprova contra um certo indivíduo (2 Paralipómenos 19:2): "Tu te uniste em amizade com aqueles que odeiam o Senhor." Mas a murmuração priva-o de apenas um amigo. Logo, a detraç…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a jactância é pecado mortal. Porque está escrito (Prov. 28,25): «O que se jacta e se incha excita contendas.» Ora, excitar contendas é pecado mortal, pois Deus aborrece os que semeiam discórdia, segundo Prov. 6,19. Logo, a jactância é pecado mortal. Objeção 2: Ademais, tudo o que é proibido na lei de Deus é pecado mortal. Ora, uma glosa sobre Eclo 6,2, «Não te exaltes nos pensamentos da tua alma», diz: «Isto é proibição da jactância e da soberba.» Logo, a jactância é pecado mortal. Objeção 3: Ademais, a jactância é uma espécie de mentira. Mas não é mentira oficiosa nem jocosa. Isto é evidente pelo fim da mentira; porque, segundo o Filósofo (Ética IV,7), «o jactancioso finge algo maior do que é, às vezes sem outro fim, às vezes por causa da glória ou da honra, às vez…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática