Referência

Sl 118, 96

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

96Vi que toda a perfeição tem um limite: o teu mandamento é ilimitado.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objecção 1:** Pareceria que a dilatação não é um efeito do prazer. Pois a dilatação parece pertencer mais ao amor, segundo o Apóstolo (2 Cor 6,11): «O nosso coração está dilatado.» Donde se escreve (Sl 118,96) acerca do preceito da caridade: «O teu mandamento é em extremo largo.» Mas o prazer é uma paixão distinta do amor. Logo, a dilatação não é efeito do prazer. **Objecção 2:** Ademais, quando uma coisa se dilata, torna-se capaz de receber mais. Mas o receber pertence ao desejo, que é de algo ainda não possuído. Portanto, a dilatação parece pertencer ao desejo mais do que ao prazer. **Objecção 3:** Além disso, a contracção é contrária à dilatação. Ora, a contracção parece pertencer ao prazer, pois a mão se fecha sobre aquilo que queremos segurar firmemente; e tal é a afeição do apeti…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a expansão não é um efeito do prazer. Pois a expansão parece pertencer mais ao amor, segundo o Apóstolo (2 Cor. 6:11): «O nosso coração se dilatou.» Por isso está escrito (Sl. 118:96) acerca do preceito da caridade: «Teu mandamento é sobremaneira amplo.» Ora, o prazer é uma paixão distinta do amor. Logo, a expansão não é um efeito do prazer. Objeção 2: Além disso, quando algo se expande, torna-se capaz de receber mais. Ora, o receber pertence ao desejo, que é por algo ainda não possuído. Logo, a expansão parece pertencer ao desejo antes que ao prazer. Objeção 3: Além disso, a contração é contrária à expansão. Ora, a contração parece pertencer ao prazer, pois a mão se fecha sobre aquilo que desejamos agarrar firmemente: e tal é a afeição do apetite em relação àquilo…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática