Referência

Sl 143, 6

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Matos Soares

6despede um raio, e dispersa-os, lança as tuas setas, e conturba-os;

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

66. Que significa, nesta passagem, o título de «terra», senão a alma do homem? Acerca da qual o Salmista diz: Minha alma tem sede de Ti, como uma terra sem água. [Salmo 143, 6] Mas esta sabedoria não pode ser «achada na terra dos que vivem docemente»; porque o homem que ainda se alimenta dos prazeres desta vida está separado da percepção da Sabedoria Eterna. Pois, se fosse verdadeiramente sábio, banido das delícias interiores, lamentaria aquele estado cego de seu exílio, no qual caiu. Donde é dito por Salomão: O que acrescenta ciência, acrescenta também dor. [Eclesiastes 1, 18] Pois quanto mais o homem começa a conhecer o que perdeu, tanto mais começa a chorar a sentença de sua corrupção, que encontrou. Pois vê de onde e para onde caiu; como das alegrias do Paraíso veio às misérias da vida…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 66 · c. 540–604

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São Gregório Magno

Onde também se acrescenta convenientemente: Esperavam-me como à chuva, e abriam a sua boca como para a chuva serôdia. Porque as palavras da santa pregação sofremos como chuva, quando pela verdadeira humildade aprendemos a sequidão dos nossos corações, para sermos regados pelo trago da santa pregação. Donde também é dito com razão a Deus pelo Salmista: A minha alma é como terra sem água para Ti. [Sl 143,6] O Profeta nos manda sermos banhados por estas correntes de ensino, dizendo: Oh, todos os que tendes sede, vinde às águas. [Is 55,1] Os quais, enquanto na última parte do mundo recebemos agora as palavras da santa pregação, como que ‘abrimos a boca do coração para a chuva serôdia’. Porque, se não houvesse no coração ‘uma boca’, o Salmista não diria: Lábios dolosos no coração, e com o coraç…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 5 · c. 540–604

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