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Sl 146, 4

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Matos Soares

4Fixa o número das estrelas, chama cada uma pelo seu nome.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

41. Que pela designação de «olhos» nos é indicada a energia da intenção, a «Verdade» testemunha no Evangelho, dizendo: «Se o teu olho for simples, todo o teu corpo será luminoso». Porquanto, se uma intenção pura precedeu a nossa ação, por mais que pareça de outro modo aos homens, todavia, aos olhos do nosso interior Juiz, o corpo da obra que se segue é apresentado puro. Portanto, os «olhos» dos ímpios são as intenções dos desejos carnais neles; e estes desfalecem por esta razão: porque descuidam dos seus interesses eternos e estão sempre à espera apenas de vantagens transitórias. Pois procuram adquirir para si um nome terreno, desejam acima de tudo crescer e aumentar em bens temporais, avançam diariamente com a maré das coisas transitórias para o termo da morte; mas não pensam em considera…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro X, Parágrafo XLI · c. 540–604

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São Gregório Magno

10. A mente do homem é o mar, e os pensamentos de sua mente, como que uma onda do mar; que algumas vezes se elevam na ira, são acalmadas pela graça, e da ódio se derramam na amargura; mas quando o homem morre, 'as águas do mar faltam', em que segundo as palavras do Salmista, Naquele mesmo dia perecem seus pensamentos. [Sl. 146, 4] E novamente está escrito acerca da alma que morre, Também seu amor, e seu ódio, e sua inveja perecerão juntamente. [Ecl. 9, 6] Assim 'o rio sendo esvaziado seca', em que, quando a alma se retira, o corpo fica vazio. Pois o corpo sem vida é como que o canal vazio de um rio, no qual se deve notar com olho atento que a vida presente, isto é, o tempo enquanto a alma permanece no corpo, é comparada ao mar e ao rio, porque a água do mar é amarga, a do rio é doce. E por…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro XII, Parágrafo X · c. 540–604

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São Gregório Magno

Que pretendia designar por "trevas" senão a ignorância, e que pela "sombra da morte", senão o esquecimento? Porque é dito da ignorância de certas pessoas: *Tendo o seu entendimento obscurecido com trevas* (Ef 4,18). E está escrito novamente sobre o esquecimento que nos sobrevém na morte: *Naquele dia perecerão todos os seus pensamentos* (Sl 146,4). Visto que, pois, tudo o que se pensa durante a vida é totalmente entregue ao esquecimento pela morte, o esquecimento é uma espécie de sombra da morte. Porque, assim como a morte que intervém põe termo às obras da vida, assim a esquecimento que intervém destrói o que existia na memória. É chamada, portanto, com razão, sua "sombra", na medida em que é modelada sobre ela, por assim dizer, enquanto imita o seu poder em adormecer os sentidos. Mas, vi…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro XXV, Parágrafo VIII · c. 540–604

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