Referência

Sl 26, 2

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Trechos nesta página

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Autores distintos

1

Matos Soares

2Quando os malvados me assaltam para devorar a minha carne, os meus adversários e os meus inimigos resvalam e caem.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Devemos notar nas palavras do Senhor as dispensações da piedade celeste, como Ele solta o nosso inimigo e o mantém preso; como o solta e ainda o refreia. Permite-lhe algumas coisas para tentação, mas retém-no de outras. «Tudo quanto ele tem está na tua mão; somente não estendas a tua mão sobre ele.» A sua substância entrega, mas ainda protege a sua pessoa, a qual, contudo, depois de um tempo, designa entregar ao tentador; mas não solta o inimigo de uma vez para tudo, para que não esmague o seu próprio súdito, ferindo-o de todos os lados. Porque, sempre que muitos males sobrevêm aos eleitos, pela maravilhosa graciosidade do Criador são distribuídos por tempos, para que o que, vindo tudo junto, destruiria, quando dividido possa ser suportado. Donde Paulo diz: «Fiel é Deus, o qual não permiti…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 19 · c. 540–604

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São Gregório Magno

21. Pois muitas vezes, inchados pela confiança de uma prosperidade prolongada, elevamo-nos numa como disposição de auto-exaltação, e quando o nosso Criador vê que estamos exaltados, mas não exerce o seu amor para connosco mediante açoites, por assim dizer, mantém a sua mão escondida, quanto a ferir os nossos maus caminhos. Não atou Ele a mão do seu afeto, quando disse ao povo, culpado de transgressão: Não me irei mais contra ti; e: O meu ciúme se retirou de ti. [Ezeq. 16,42] Portanto, 'Que Ele solte a sua mão' significa 'que Ele exerça o seu afeto'. E com razão se acrescenta: 'e me corte de todo'. Pois sempre que a dor súbita do açoite, ou a prova da nossa fraqueza, nos sobrevém em estado de segurança e exaltados pela abundância das nossas virtudes alcançadas, o orgulho do nosso coração, s…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 21 · c. 540–604

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São Gregório Magno

20. O que, no entanto, pode também ser entendido em outro sentido. Porque dormir é estar prostrado no pecado. Pois se a designação de 'sono' não denotasse pecado, Paulo nunca diria aos seus discípulos: *Despertai, ó justos, e não pequeis* [1 Coríntios 15,34]. E daí também ele exorta o ouvinte, dizendo: *Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará* [Efésios 5,14]. E ainda: *Que já é hora de nos levantarmos do sono* [Romanos 13,11]. Daí também Salomão repreende o pecador, dizendo: *Até quando dormirás, ó preguiçoso?* [Provérbios 6,9]. Portanto, cada um dos Eleitos, quando é oprimido pelo sono do pecado, esforça-se por levantar-se para guardar a vigília da justiça. Mas muitas vezes, quando se levanta, sente-se exaltado pela grandeza das suas virtudes. E daí,…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 20 · c. 540–604

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