Referência

Sl 34, 13

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Trechos nesta página

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Autores distintos

1

Matos Soares

13Porém eu, quando eles estavam doentes, vestia-me de cilício, afligia a minha alma com o jejum e derramava preces dentro de mim.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que as esmolas corporais são de maior conta que as esmolas espirituais. Porque é mais louvável dar esmola a quem está em maior necessidade, pois a ação esmolar é de louvar porque socorre a quem está em necessidade. Ora, o corpo que é socorrido pelas esmolas corporais é por natureza mais necessitado do que o espírito que é socorrido pelas esmolas espirituais. Logo, as esmolas corporais são de maior conta. Objeção 2: Ademais, uma esmola é menos louvável e meritória se a bondade é compensada, pelo que Nosso Senhor diz (Lc 14,12): "Quando fizeres um jantar ou uma ceia, não chames os teus vizinhos que são ricos, para que não suceda que também eles te convidem outra vez." Ora, há sempre compensação nas esmolas espirituais, pois quem ora por outrem lucra com isso, conforme o Sl…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não devemos orar pelos outros. Na oração, devemos conformar-nos ao modelo dado por nosso Senhor. Ora, na Oração do Senhor fazemos petições por nós mesmos, não por outros; assim dizemos: "O pão nosso de cada dia nos dai hoje", etc. Portanto, não devemos orar pelos outros. **Objeção 2:** Ademais, a oração é oferecida para ser ouvida. Ora, uma das condições exigidas para que a oração seja ouvida é que se ore por si mesmo; donde Agostinho, comentando Jo 16,23: "Se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, ele vo-la dará", diz (Trat. cii): "Cada um é ouvido quando ora por si mesmo, não quando ora por todos; por isso Ele não diz simplesmente 'dar-vos-á', mas 'dar-vos-á a vós'." Logo, parece que não devemos orar pelos outros, mas apenas por nós mesmos. **Objeção 3:** A…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a oração não é meritória. Todo mérito procede da graça. Ora, a oração precede a graça, visto que até a graça se obtém por meio da oração, segundo Lc 11,13: «Quanto mais vosso Pai do céu dará o Espírito bom aos que Lho pedirem?» Logo, a oração não é um ato meritório. Objeção 2: Além disso, se a oração merece alguma coisa, isto parece ser principalmente aquilo que se pede na oração. Contudo, nem sempre o merece, porque até as orações dos santos muitas vezes não são ouvidas; assim, Paulo não foi ouvido quando suplicou que o aguilhão da carne lhe fosse removido. Logo, a oração não é um ato meritório. Objeção 3: Além disso, a oração fundamenta-se principalmente na fé, segundo Tg 1,6: «Peça, porém, com fé, não vacilando.» Ora, a fé não é suficiente para o mérito, como se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 15 · c. 1225–1274

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