Referência

Sl 4, 6

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Autores distintos

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Matos Soares

6Oferecei sacrifícios justos, e esperai no Senhor.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

6

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Jerônimo

Dai a César o dinheiro que traz a sua imagem, o qual para ele é arrecadado, e render-vos de boa vontade a Deus, porque a luz do teu rosto, ó Senhor, e não a de César, está estampada sobre nós.

São Jerônimo · c. 347–420

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a bondade da vontade humana não depende da lei eterna. Porque uma só coisa tem uma só regra e uma só medida. Ora, a regra da vontade humana, da qual depende sua bondade, é a reta razão. Logo, a bondade da vontade não depende da lei eterna. Objeção 2: Ademais, “a medida é homogênea com a coisa medida” (Metaf. X, 1). Ora, a lei eterna não é homogênea com a vontade humana. Portanto, a lei eterna não pode ser a medida da qual depende a bondade da vontade humana. Objeção 3: Ademais, a medida deve ser certíssima. Ora, a lei eterna nos é desconhecida. Logo, não pode ser a medida da qual depende a bondade de nossa vontade. Em sentido contrário, diz Agostinho (Contra Fausto, XXII, 27) que “o pecado é um fato, palavra ou desejo contra a lei eterna”. Ora, a maldade da vontade…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a alma intelectual não conhece as coisas materiais nos tipos eternos. Pois aquilo em que algo é conhecido deve ele próprio ser conhecido antes e mais. Mas a alma intelectual do homem, no estado presente da vida, não conhece os tipos eternos, porque não conhece a Deus, em Quem existem os tipos eternos, antes está “unida a Deus como ao desconhecido”, como diz Dionísio (Myst. Theolog. i). Logo, a alma não conhece todas as coisas nos tipos eternos. **Objeção 2:** Ademais, está escrito (Rm 1,20): “As coisas invisíveis de Deus veem-se claramente… pelas coisas que são feitas.” Ora, entre as coisas invisíveis de Deus estão os tipos eternos. Logo, os tipos eternos são conhecidos por meio das criaturas, e não o contrário. **Objeção 3:** Demais, os tipos eternos não são se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que não há lei natural em nós. Porque o homem é suficientemente governado pela lei eterna; pois Agostinho diz (De Livre Arbítrio I) que "a lei eterna é aquela pela qual é justo que todas as coisas estejam na mais perfeita ordem". Mas a natureza não abunda em superfluidades, como também não falta no necessário. Logo, nenhuma lei é natural ao homem. **Objeção 2.** Ademais, pela lei o homem é dirigido, em seus atos, para o fim, como foi dito acima (Q[90], A[2]). Mas a direção dos atos humanos para o seu fim não é função da natureza, como ocorre nas criaturas irracionais, que agem para um fim apenas por seu apetite natural; ao passo que o homem age para um fim por sua razão e vontade. Logo, nenhuma lei é natural ao homem. **Objeção 3.** Ademais, quanto mais livre é o ho…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a bondade da vontade humana não depende da lei eterna. Porque para uma coisa há uma só regra e uma só medida. Ora, a regra da vontade humana, da qual depende a sua bondade, é a reta razão. Logo, a bondade da vontade não depende da lei eterna. Objeção 2: Ademais, "a medida é homogênea com a coisa medida" (Metaph. x, 1). Ora, a lei eterna não é homogênea com a vontade humana. Logo, a lei eterna não pode ser a medida da qual depende a bondade da vontade humana. Objeção 3: Ademais, uma medida deve ser certíssima. Ora, a lei eterna nos é desconhecida. Logo, não pode ser a medida da qual depende a bondade da nossa vontade. Ao contrário, Agostinho diz (Contra Faust. xxii, 27) que "o pecado é um feito, dito ou desejo contra a lei eterna". Ora, a malícia da vontade é a raiz…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não há em nós lei natural. Porque o homem é governado suficientemente pela lei eterna: pois Agostinho diz (De Lib. Arb. i) que «a lei eterna é aquela pela qual é justo que todas as coisas sejam ordenadíssimas». Ora, a natureza não abunda em superfluidades, como também não falta no necessário. Logo, nenhuma lei é natural ao homem. **Objeção 2:** Além disso, pela lei o homem é dirigido, nos seus atos, para o fim, como foi dito acima (Q[90], A[2]). Mas a direção dos atos humanos para o seu fim não é função da natureza, como acontece nas criaturas irracionais, que agem para um fim unicamente pelo seu apetite natural; enquanto o homem age para um fim pela sua razão e vontade. Logo, nenhuma lei é natural ao homem. **Objeção 3:** Além disso, quanto mais o homem é livre…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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