Referência

Sl 52, 6

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

6Tremeram de medo onde não havia que temer, porque Deus dispersou os ossos dos que te assediavam; foram confundidos, porque Deus os rejeitou.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

48. ‘O açoite da língua’ também pode ser entendido como a sentença do decreto final, pela qual o Justo Juiz diz aos perdidos: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. [Mt. 25, 41] O justo, então, está ‘escondido do açoite da língua’ e da desgraça vindoura, porque naquela extremada severidade do juízo, é então confortado pela voz mansa do Juiz, quando se diz: Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era estrangeiro, e Me acolhestes; nu, e Me vestistes; enfermo, e Me visitastes; estive na prisão, e viestes a Mim. [vs. 35, 36.] Antes do qual se antepõe: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. [v. 34.] Portanto, ‘na destruição e na fome’ o justo ‘se rirá’; porque,…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 48 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a devoção não é um ato de religião. A devoção, como foi dito acima (A[1]), consiste em entregar-se a Deus. Ora, isto se faz principalmente pela caridade, pois, segundo Dionísio (Div. Nom. iv), "o amor divino produz êxtase, porque arrebata o amante de si mesmo e o entrega ao amado". Logo, a devoção é ato de caridade, e não de religião. **Objeção 2:** Além disso, a caridade precede a religião; e a devoção parece preceder a caridade; pois, nas Escrituras, a caridade é representada pelo fogo, enquanto a devoção é significada pela gordura, que é a matéria do fogo [*Cant. 8:6; Sl 52:6]. Logo, a devoção não é ato de religião. **Objeção 3:** Ademais, pela religião o homem se ordena só a Deus, como foi dito acima (Q[81], A[1]). Mas a devoção se ordena também aos homens;…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a lisonja não é pecado. Pois a lisonja consiste em palavras de louvor oferecidas a outrem para lhe agradar. Ora, não é pecado louvar uma pessoa, segundo Provérbios 31,28: «Levantaram-se seus filhos, e chamaram-na bem-aventurada; seu marido, e louvou-a.» Além disso, não há mal em desejar agradar aos outros, segundo 1 Coríntios 10,33: «Eu... em tudo agrado a todos.» Logo, a lisonja não é pecado. Objeção 2: Além disso, o mal é contrário ao bem, e a censura ao louvor. Ora, não é pecado censurar o mal. Logo, também não é pecado louvar o bem, o que parece pertencer à lisonja. Portanto, a lisonja não é pecado. Objeção 3: Além disso, a detração é contrária à lisonja. Por isso Gregório diz (Moral. XXII, 5) que a detração é um remédio contra a lisonja. «Deve-se observar», diz…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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