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Sl 7, 10

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Matos Soares

10Cesse a maldade dos ímpios, e sustenta o justo, ó Deus justo, que sondas os corações e as entranhas.

Matos Soares · domínio público

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o prazer não é a medida ou regra do bem e do mal moral. Porque "aquilo que é primeiro em um gênero é a medida de todos os outros" (Metaf. x, 1). Ora, o prazer não é o primeiro no gênero moral, pois é precedido pelo amor e pelo desejo. Logo, não é a regra da bondade e da maldade nas questões morais. **Objeção 2:** Ademais, uma medida ou regra deve ser uniforme; por isso aquele movimento que é o mais uniforme é a medida e regra de todos os movimentos (Metaf. x, 1). Ora, os prazeres são vários e multiformes, pois alguns deles são bons e outros maus. Logo, o prazer não é a medida e regra dos costumes. **Objeção 3:** Além disso, o juízo do efeito pela sua causa é mais certo do que o juízo da causa pelo efeito. Ora, a bondade ou maldade da operação é a causa da bondad…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**OBJEÇÃO I** — Parece que o modo da virtude cai sob o preceito da lei. Pois o modo da virtude é que os atos de justiça sejam feitos justamente, que os atos de fortaleza sejam feitos corajosamente, e de modo semelhante quanto às outras virtudes. Mas está mandado (Dt 26,20): «Seguirás justamente o que é justo». Logo, o modo da virtude cai sob o preceito. **OBJEÇÃO II** — Além disso, o que pertence à intenção do legislador cai principalmente sob o preceito. Mas a intenção do legislador se dirige principalmente a tornar os homens virtuosos, como se diz na Ética, II; e pertence ao homem virtuoso agir virtuosamente. Logo, o modo da virtude cai sob o preceito. **OBJEÇÃO III** — Além disso, o modo da virtude parece consistir propriamente em agir voluntariamente e com prazer. Mas isto cai sob um…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o prazer não é a medida nem a regra do bem e do mal moral. Porque "aquilo que é primeiro em um gênero é a medida de todos os demais" (Metaf. X, 1). Ora, o prazer não é o primeiro no gênero moral, pois é precedido pelo amor e pelo desejo. Logo, não é a regra da bondade e da malícia nas coisas morais. Objeção 2: Além disso, uma medida ou regra deve ser uniforme; por isso aquele movimento que é o mais uniforme é a medida e a regra de todos os movimentos (Metaf. X, 1). Ora, os prazeres são vários e multiformes, pois alguns deles são bons, outros maus. Logo, o prazer não é a medida e a regra dos costumes. Objeção 3: Ademais, o juízo do efeito a partir da causa é mais certo do que o juízo da causa a partir do efeito. Ora, a bondade ou malícia da operação é a causa da bond…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 9 – Se o modo da virtude cai sob o preceito da lei.** **Objecção 1:** Parece que o modo da virtude cai sob o preceito da lei. Com efeito, o modo da virtude consiste em que as obras de justiça se façam justamente, as de fortaleza, corajosamente, e assim por diante nas demais virtudes. Ora está mandado (Dt 16,20): «Justamente seguirás o que é justo». Logo o modo da virtude cai sob o preceito. **Objecção 2:** Além disso, o que pertence à intenção do legislador cai principalmente sob o preceito. Ora a intenção do legislador visa sobretudo tornar os homens virtuosos, como se diz na Ética (II); e é próprio do homem virtuoso agir virtuosamente. Logo o modo da virtude cai sob o preceito. **Objecção 3:** Mais ainda: o modo da virtude parece consistir propriamente em agir de vontade e co…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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