Referência

Sl 95, 5

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Autores distintos

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Matos Soares

5Porque todos os deuses das gentes são ficções, e o Senhor é que fez os céus.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que este nome "Deus" se atribui a Deus univocamente por natureza, por participação e segundo a opinião. Pois onde há significação diversa, não há contradição de afirmação e negação; porquanto a equivocação impede a contradição. Ora, um católico que diz: "Um ídolo não é Deus", contradiz um pagão que diz: "Um ídolo é Deus". Portanto, DEUS em ambos os sentidos é dito univocamente. Objeção 2: Ademais, assim como um ídolo é Deus em opinião, e não em verdade, assim a fruição dos prazeres carnais se chama felicidade em opinião, e não em verdade. Ora, este nome "beatitude" se atribui univocamente a essa suposta felicidade, e também à verdadeira felicidade. Portanto, também este nome "Deus" se atribui univocamente ao verdadeiro Deus, e também a Deus em opinião. Objeção 3: Ademai…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 10 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a causa da idolatria não estava da parte do homem. No homem não há senão natureza, virtude ou culpa. Ora, a causa da idolatria não podia estar da parte da natureza do homem, pois antes o ditame da razão natural dita que há um só Deus, e que o culto divino não deve ser prestado aos mortos ou aos seres inanimados. Igualmente, nem podia a idolatria ter a sua causa no homem da parte da virtude, visto que «a árvore boa não pode dar maus frutos», segundo Mt 7,18; nem ainda podia ser da parte da culpa, porque, segundo Sab 14,27, «o culto dos ídolos abomináveis é a causa, o princípio e o fim de todo o mal». Portanto, a idolatria não tem causa da parte do homem. Objeção 2: Além disso, aquelas coisas que têm causa no homem encontram-se entre os homens em todos os tempos. Ora,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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