Referência

Ap 1, 13

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

13e, no meio dos candeeiros, alguém semelhante a um Filho de homem, vestido com uma longa túnica e cingido pelo peito com um cinto de ouro;

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Sejamos, pois, a ver de que modo o bem-aventurado Job conservou com varonil viço de sabedoria tudo quanto a carne pudesse em si exalar de solto e pueril. Porque diz: *Pacto fiz com os meus olhos*; e porque não só o fazer, mas também o pensar da concupiscência extinguiu em si, prosseguindo acrescentou: *de que nem sequer pensasse numa donzela*. Sabia com efeito que a concupiscência precisa ser refreada no coração; sabia, pelo dom do Espírito Santo, que o nosso Redentor, na Sua vinda, excederia os preceitos da Lei e afastaria dos Seus Eleitos não só a deleitação lasciva da carne, mas também a do coração, dizendo: *Foi dito: Não cometerás adultério? Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já cometeu adultério com ela no seu coração* (Mt 5, 27-28). Porque…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 5 · c. 540–604

tradução automática

São Gregório Magno

26. Pois pelo termo “ouro” na Sagrada Escritura entende-se ora o esplendor da Divindade, ora o resplendor da cidade celestial, ora a caridade, ora o brilho da glória secular, ora a beleza da santidade. Porque pelo nome de “ouro” se designa o íntimo esplendor da Divindade, como a aparência do Esposo é descrita no Cântico dos Cânticos: “A Sua cabeça é o ouro mais fino.” [Cant. 5, 11] Pois porque Deus é a Cabeça de Cristo, mas nos metais nada é mais brilhante que o ouro, a Cabeça do Esposo é dita ouro, porque a Sua Humanidade reina sobre nós a partir do esplendor da Sua Divindade. Novamente, pelo nome de “ouro” entende-se o esplendor da cidade celestial, como João testemunha que a viu, dizendo: “A própria cidade era de ouro puro, semelhante a vidro límpido.” [Apoc. 21, 18] Pois o ouro de que…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 26 · c. 540–604

tradução automática