Referência

Ap 21, 18

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Matos Soares

18O muro é construído de pedra de jaspe, e a cidade é de ouro puro, semelhante a puro cristal.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

77. Quem, de são juízo, julgaria digno entender isto segundo a letra? Pois o «vidro», como dissemos acima, é de muito menor valor que o «ouro», e, depois de ter dito que «o ouro não é igual» a esta Sabedoria, ainda se subjaz, como que realçando, que «o vidro» também a não pode igualar. Mas a letra nua, faltando-nos o sentido histórico, envia-nos a investigar o mistério da alegoria. Porque sabemos que o metal ouro brilha com uma claridade superior a todos os metais. Mas é da natureza do vidro que, sendo visto de fora, brilhe com perfeita transparência no interior. Em qualquer outro metal, o que quer que esteja contido dentro se esconde à vista, mas no caso do vidro, todo líquido, tal como está contido dentro, tal se mostra estar fora, e, por assim dizer, todo o líquido num vaso de vidro, en…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 77 · c. 540–604

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São Gregório Magno

26. Pois pelo termo “ouro” na Sagrada Escritura entende-se ora o esplendor da Divindade, ora o resplendor da cidade celestial, ora a caridade, ora o brilho da glória secular, ora a beleza da santidade. Porque pelo nome de “ouro” se designa o íntimo esplendor da Divindade, como a aparência do Esposo é descrita no Cântico dos Cânticos: “A Sua cabeça é o ouro mais fino.” [Cant. 5, 11] Pois porque Deus é a Cabeça de Cristo, mas nos metais nada é mais brilhante que o ouro, a Cabeça do Esposo é dita ouro, porque a Sua Humanidade reina sobre nós a partir do esplendor da Sua Divindade. Novamente, pelo nome de “ouro” entende-se o esplendor da cidade celestial, como João testemunha que a viu, dizendo: “A própria cidade era de ouro puro, semelhante a vidro límpido.” [Apoc. 21, 18] Pois o ouro de que…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 26 · c. 540–604

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