Referência

Rm 1, 23

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Autores distintos

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Matos Soares

23e mudaram a glória de Deus incorruptível na figura de um simulacro de homem corruptível, de aves, de quadrúpedes e de répteis.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a imagem de Cristo não deve ser adorada com a adoração de *latria*. Pois está escrito (Êx 20,4): «Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma». Ora, nenhuma adoração deve ser prestada contra o mandamento de Deus. Logo, a imagem de Cristo não deve ser adorada com a adoração de *latria*. **Objeção 2:** Ademais, não devemos ter nada em comum com as obras dos gentios, como diz o Apóstolo (Ef 5,11). Mas os gentios são repreendidos principalmente por que «mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível», como está escrito (Rm 1,23). Portanto, a imagem de Cristo não deve ser adorada com a adoração de *latria*. **Objeção 3:** Ademais, a Cristo é devida a adoração de *latria* por razão de sua Divindade, não de sua huma…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não é lícito jurar pelas criaturas. Está escrito (Mt 5,34-36): «Eu vos digo que não jureis de modo algum: nem pelo céu... nem pela terra... nem por Jerusalém... nem pela vossa cabeça»; e Jerônimo, expondo estas palavras, diz: «Observai que o Salvador não proíbe jurar por Deus, mas pelo céu e pela terra», etc. **Objeção 2:** Além disso, a pena não é devida senão por culpa. Ora, estabelece-se uma pena para quem jura pelas criaturas; pois está escrito (22, q. i, can. *Clericum*): «Se um clérigo jurar pelas criaturas, deve ser asperamente repreendido; e se persistir neste vício, queremos que seja excomungado». Logo, é ilícito jurar pelas criaturas. **Objeção 3:** Ademais, o juramento é um ato de religião, como se disse acima (Art. 4). Ora, o culto religioso não é de…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a idolatria não é retamente considerada uma espécie de superstição. Assim como os hereges são infiéis, também o são os idólatras. Ora, a heresia é uma espécie de infidelidade, como se disse acima (Q. 11, A. 1). Logo, a idolatria é também uma espécie de infidelidade, e não de superstição. **Objeção 2:** Ademais, a latria pertence à virtude da religião, à qual a superstição se opõe. Mas a latria, ao que parece, é aplicada univocamente à idolatria e ao que pertence à verdadeira religião. Pois, assim como falamos univocamente do desejo da falsa felicidade e do desejo da verdadeira felicidade, assim também, aparentemente, falamos univocamente do culto dos deuses falsos, que se chama idolatria, e do culto do Deus verdadeiro, que é a latria da verdadeira religião. Logo,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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