Referência

Rm 1, 25

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

25eles que trocaram a verdade de Deus pela mentira e que adoraram e serviram a criatura de preferência ao Criador, que é bendito por todos os séculos. Amém.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Jerônimo

Mais ainda: Cafarnaum interpreta-se misticamente «cidade da consolação», e o sábado, «repouso». O homem possesso de um espírito imundo é curado pelo repouso e pela consolação, para que o lugar e o tempo concordem com a sua cura. Este homem com espírito imundo é o gênero humano, no qual reinou a imundícia desde Adão até Moisés [Rm 5,14]; pois «pecaram sem lei» e «pereceram sem lei» [Rm 2,12]. E ele, conhecendo o Santo de Deus, é ordenado a calar-se, pois «conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus» [Rm 1,21], mas «serviram antes à criatura do que ao Criador» [Rm 1,25]. O espírito, rasgando o homem, saiu dele. Quando a salvação está perto, a tentação também está à mão. Faraó, quando estava para deixar Israel ir, persegue Israel; o diabo, quando desprezado, levanta-se para criar escândal…

São Jerônimo · c. 347–420

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que a alma de Cristo não deve ser adorada com o culto de latria. Porque acerca das palavras do Salmo 98,5: «Adorai o escabelo de seus pés, porque é santo», diz uma glosa: «A carne assumida pelo Verbo de Deus é por nós retamente adorada; porque ninguém participa espiritualmente de sua carne, se primeiro não a adorar; mas não, por certo, com a adoração chamada latria, que é devida ao Criador somente.» Ora, a carne é parte da humanidade. Logo, a humanidade de Cristo não deve ser adorada com o culto de latria. **Objeção 2.** Ademais, o culto de latria não deve ser prestado a nenhuma criatura; pois por isso foram os gentios reprovados, por terem «adorado e servido à criatura», como está escrito (Rm 1,25). Ora, a humanidade de Cristo é uma criatura. Logo, não deve ser ador…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a idolatria não é retamente considerada uma espécie de superstição. Assim como os hereges são infiéis, também o são os idólatras. Ora, a heresia é uma espécie de infidelidade, como se disse acima (Q. 11, A. 1). Logo, a idolatria é também uma espécie de infidelidade, e não de superstição. **Objeção 2:** Ademais, a latria pertence à virtude da religião, à qual a superstição se opõe. Mas a latria, ao que parece, é aplicada univocamente à idolatria e ao que pertence à verdadeira religião. Pois, assim como falamos univocamente do desejo da falsa felicidade e do desejo da verdadeira felicidade, assim também, aparentemente, falamos univocamente do culto dos deuses falsos, que se chama idolatria, e do culto do Deus verdadeiro, que é a latria da verdadeira religião. Logo,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Rm 1, 25 nos Padres da Igreja | Aurea