Referência

Rm 1, 5

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Matos Soares

5pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para que obedeçam em seu nome à fé todos os gentios,

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Tradução do texto para o português brasileiro (pt-BR):** **Objeção 1:** Parece que o homem não é obrigado a crer em algo explicitamente. Pois ninguém é obrigado a fazer o que não está em seu poder. Ora, não está no poder do homem crer em algo explicitamente, porque está escrito (Rm 10,14-15): «Como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão sem pregador? E como pregarão se não forem enviados?» Logo, o homem não é obrigado a crer em algo explicitamente. **Objeção 2:** Ademais, assim como pela fé somos dirigidos a Deus, assim também o somos pela caridade. Ora, o homem não é obrigado a guardar os preceitos da caridade, bastando que esteja pronto para cumpri-los, como se evidencia pelo preceito de Nosso Senhor (Mt 5,39): «Se alguém te ferir numa face, oferece-lhe também a outra», e…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 3 — Se a caridade é a forma da fé?** **Objeção 1:** Parece que a caridade não é a forma da fé. Pois cada coisa recebe a sua espécie da sua forma. Logo, quando duas coisas são membros opostos de uma divisão, uma não pode ser forma da outra. Ora, a fé e a caridade são apresentadas como membros opostos de uma divisão, enquanto diferentes espécies de virtude (1 Cor 13,13). Portanto, a caridade não é a forma da fé. **Objeção 2:** Além disso, a forma e aquilo de que é forma estão num mesmo sujeito, pois juntos formam uma unidade simples. Ora, a fé está no intelecto, enquanto a caridade está na vontade. Logo, a caridade não é a forma da fé. **Objeção 3:** Além disso, a forma de uma coisa é o seu princípio. Ora, a obediência, antes que a caridade, parece ser o princípio do crer, da par…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 3 – Se houve fé em Cristo.** **Objeção 1:** Parece que houve fé em Cristo. Pois a fé é virtude mais nobre que as virtudes morais, como a temperança e a liberalidade. Ora, estas existiam em Cristo, como se afirmou acima (a. 2). Logo, com muito mais razão houve fé n’Ele. **Objeção 2:** Ademais, Cristo não ensinou virtudes que Ele mesmo não possuísse, conforme Atos 1,1: “Jesus começou a fazer e a ensinar”. Mas de Cristo se diz (Heb. 12,2) que Ele é “o autor e consumador da nossa fé”. Logo, houve fé n’Ele antes de todos os outros. **Objeção 3:** Além disso, tudo o que é imperfeito é excluído dos bem-aventurados. Ora, nos bem-aventurados há fé; pois sobre Rom. 1,17: “A justiça de Deus se revela nele de fé em fé”, uma glosa diz: “Da fé das palavras e da esperança para a fé das coisas…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Rm 1, 5 nos Padres da Igreja | Aurea