Referência

Rm 14, 3

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Autores distintos

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Matos Soares

3O que come de tudo, não despreze o que não come de tudo; e o que não come de tudo, não julgue o que come de tudo, porque Deus o recebeu.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que uma Pessoa não pode assumir uma natureza criada sem que outra a assuma. Porque «as obras da Trindade são inseparáveis», como diz Agostinho (Enquirídio, XXXVIII). Ora, assim como as três Pessoas têm uma só essência, assim também têm uma só operação. Mas assumir é uma operação. Logo, não pode pertencer a uma sem pertencer à outra. **Objeção 2:** Ademais, assim como dizemos que a Pessoa do Filho Se encarnou, também dizemos que a Natureza Se encarnou; pois «toda a Natureza divina Se encarnou numa das Suas hipóstases», como diz Damasceno (Da Fé Ortodoxa, III, 6). Ora, a Natureza é comum às três Pessoas. Logo, também o é a assunção. **Objeção 3:** Ademais, assim como a natureza humana em Cristo é assumida por Deus, assim também os homens são por Ele assumidos pela gra…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que as dúvidas não devem ser interpretadas pelo melhor. Porque devemos julgar pelo que acontece na maioria das vezes. Ora, na maioria das vezes acontece que o mal é feito, pois “o número dos insensatos é infinito” (Eclesiastes 1,15), “porque a imaginação e o pensamento do coração do homem são propensos ao mal desde a sua mocidade” (Gênesis 8,21). Logo, as dúvidas devem ser interpretadas pelo pior, antes que pelo melhor. Objeção 2: Além disso, Agostinho diz (De Doctrina Christiana, I, 27) que “leva uma vida pia e justa aquele que é são no seu juízo acerca das coisas, e não se inclina nem para um lado nem para outro”. Ora, aquele que interpreta um ponto duvidoso pelo melhor inclina-se para um lado. Logo, isso não deve ser feito. Objeção 3: Além disso, o homem deve amar o…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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