Referência

Rm 4, 11

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

9

Autores distintos

1

Matos Soares

11E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça, recebida pela fé antes da circuncisão, a fim de que fosse pai de todos os crentes incircuncisos, para que também a eles lhes seja imputada a justiça (sem ser precisa a circuncisão),

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

9

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que foi dado um nome inconveniente a Cristo. Pois a realidade evangélica deve corresponder à predição profética. Ora, os profetas predisseram outro nome para Cristo; porque está escrito (Is 7,14): «Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o seu nome será chamado Emanuel»; e (Is 8,3): «Chama o seu nome: Apressa-te a tomar os despojos; apressa-te a repartir a presa»; e (Is 9,6): «O seu nome será chamado Admirável, Conselheiro, Deus Forte, Pai do século futuro, Príncipe da Paz»; e (Zc 6,12): «Eis um homem, o seu nome é Oriente». Logo, foi inconveniente que o seu nome se chamasse Jesus. **Objeção 2:** Demais, está escrito (Is 62,2): «E serás chamada por um nome novo, que a boca do Senhor há de nomear». Ora, o nome Jesus não é nome novo, mas foi dado a vários…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os sacramentos da Lei Antiga causavam graça. Pois, como foi dito acima (A[5], ad 2), os sacramentos da Lei Nova derivam a sua eficácia da fé na Paixão de Cristo. Ora, havia fé na Paixão de Cristo sob a Lei Antiga, assim como sob a Nova, visto que temos «o mesmo espírito de fé» (2 Cor 4,13). Logo, assim como os sacramentos da Lei Nova conferem graça, também os da Lei Antiga a conferiam. Objeção 2: Ademais, não há santificação senão pela graça. Ora, os homens eram santificados pelos sacramentos da Lei Antiga; pois está escrito (Lev 8,31): «E quando ele», isto é, Moisés, «os santificou», a saber, Aarão e seus filhos, «em suas vestes», etc. Portanto, parece que os sacramentos da Lei Antiga conferiam graça. Objeção 3: Além disso, Beda, numa homília sobre a Circuncisão, d…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o sacramento não imprime caráter na alma. Pois o termo "caráter" parece significar uma espécie de sinal distintivo. Ora, os membros de Cristo se distinguem dos demais pela predestinação eterna, a qual não implica nada nos predestinados, senão somente em Deus que predestina, como já foi dito na Primeira Parte (Q. 23, A. 2). Com efeito, está escrito (2 Tm 2,19): "O firme fundamento de Deus permanece firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus." Logo, os sacramentos não imprimem caráter na alma. **Objeção 2:** Ademais, caráter é um sinal distintivo. Ora, o sinal, como diz Agostinho (Doutrina Cristã, II), "é aquilo que, além da espécie que imprime nos sentidos, faz vir ao espírito outra coisa". Mas nada que está na alma pode imprimir espécie nos sentidos…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a imersão na água é necessária para o Batismo. Porque está escrito (Efés. 4:5): «Uma só fé, um só batismo». Ora, em muitas partes do mundo, a maneira ordinária de batizar é por imersão. Logo, parece que não pode haver Batismo sem imersão. **Objeção 2:** Além disso, o Apóstolo diz (Rom. 6:3,4): «Todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte; porque fomos sepultados com ele pelo batismo na morte». Ora, isto se faz por imersão; pois Crisóstomo diz sobre Jo. 3:5: «Se alguém não nascer de novo da água e do Espírito Santo», etc.: «Quando mergulhamos a cabeça debaixo da água, como em uma espécie de sepultura, o nosso homem velho é sepultado, e, submerso, fica oculto debaixo, e dali se levanta de novo renovado». Logo, parece que a imersão é…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que nem todos são obrigados a receber o Batismo. Porque Cristo não estreitou a estrada da salvação para os homens. Ora, antes da vinda de Cristo, os homens podiam salvar-se sem o Batismo; logo, também depois da vinda de Cristo. Objeção 2: Além disso, o Batismo parece ter sido instituído principalmente como remédio para o pecado original. Ora, como o homem batizado está sem pecado original, parece que não o pode transmitir a seus filhos. Por conseguinte, parece que os filhos dos que foram batizados não deviam ser batizados. Objeção 3: Além disso, o Batismo é dado para que o homem, pela graça, seja purificado do pecado. Ora, os que são santificados no ventre alcançam isso sem o Batismo. Portanto, não são obrigados a receber o Batismo. Em sentido contrário, está escrito (…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o rito da circuncisão foi inconveniente. Porque a circuncisão, como foi dito acima (AA[1],2), era uma profissão de fé. Ora, a fé reside na potência apreensiva, cujas operações se manifestam principalmente na cabeça. Logo, o sinal da circuncisão deveria ter sido conferido na cabeça, em vez de ser no membro viril. **Objeção 2:** Além disso, nos sacramentos usamos daquelas coisas que são de uso mais frequente; por exemplo, a água, que se usa para lavar, e o pão, que usamos para nos alimentar. Ora, para cortar, usamos mais comumente uma faca de ferro do que uma faca de pedra. Portanto, a circuncisão não deveria ter sido feita com uma faca de pedra. **Objeção 3:** Demais, assim como o Batismo foi instituído como remédio contra o pecado original, também o foi a circun…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a circuncisão não conferia a graça santificante. Pois diz o Apóstolo (Gl 2,21): «Se a justiça vem pela Lei, então Cristo morreu em vão», i.e., sem causa. Mas a circuncisão era uma obrigação imposta pela Lei, segundo Gl 5,3: «Testifico… a todo homem que se circuncida, que é devedor de cumprir toda a Lei.» Logo, se a justiça vem pela circuncisão, «Cristo morreu em vão», i.e., sem causa. Ora, isso não pode ser admitido. Portanto, a circuncisão não conferia a graça pela qual o pecador é justificado. **Objeção 2:** Ademais, antes da instituição da circuncisão, a fé só bastava para a justificação; donde diz Gregório (Moral. iv): «A fé só fazia antigamente em favor dos infantes aquilo que a água do Batismo faz entre nós.» Mas a fé não perdeu nada de sua força pelo manda…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Artículo 6 – Se a Lei Antiga foi convenientemente dada no tempo de Moisés? Objeção 1: Parece que a Lei Antiga não foi dada convenientemente no tempo de Moisés. Porque a Lei Antiga dispunha o homem para a salvação que havia de vir por Cristo, como foi dito acima (AA[2],3). Ora, o homem necessitava deste remédio salutar imediatamente após ter pecado. Logo, a Lei deveria ter sido dada imediatamente após o pecado. Objeção 2: Ademais, a Lei Antiga foi dada para a santificação daqueles de quem Cristo havia de nascer. Ora, a promessa concernente à «descendência, que é Cristo» (Gl 3,16) foi feita primeiramente a Abraão, conforme se relata em Gn 12,7. Logo, a Lei deveria ter sido dada imediatamente no tempo de Abraão. Objeção 3: Ademais, assim como Cristo nasceu somente daqueles que descendiam d…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a Lei Antiga não foi dada convenientemente no tempo de Moisés. Porque a Lei Antiga dispunha o homem para a salvação que havia de vir por Cristo, como se afirmou acima (AA[2],3). Mas o homem necessitava deste remédio salutar imediatamente após haver pecado. Logo, a Lei deveria ter sido dada imediatamente após o pecado. Objeção 2: Ademais, a Lei Antiga foi dada para a santificação daqueles de quem Cristo havia de nascer. Ora, a promessa acerca da «semente, que é Cristo» (Gálatas 3:16) foi feita primeiramente a Abraão, como se relata em Gênesis 12:7. Portanto, a Lei deveria ter sido dada imediatamente no tempo de Abraão. Objeção 3: Ademais, assim como Cristo nasceu apenas daqueles que descendiam de Noé por Abraão, a quem a promessa foi feita; assim também nasceu de nen…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

tradução automática