Referência

Rm 5, 14

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Autores distintos

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Matos Soares

14Todavia a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram por uma transgressão semelhante à de Adão, o qual é a figura do (segundo Adão) que havia de vir.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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São Jerônimo

Mais ainda: Cafarnaum interpreta-se misticamente «cidade da consolação», e o sábado, «repouso». O homem possesso de um espírito imundo é curado pelo repouso e pela consolação, para que o lugar e o tempo concordem com a sua cura. Este homem com espírito imundo é o gênero humano, no qual reinou a imundícia desde Adão até Moisés [Rm 5,14]; pois «pecaram sem lei» e «pereceram sem lei» [Rm 2,12]. E ele, conhecendo o Santo de Deus, é ordenado a calar-se, pois «conhecendo a Deus, não O glorificaram como Deus» [Rm 1,21], mas «serviram antes à criatura do que ao Criador» [Rm 1,25]. O espírito, rasgando o homem, saiu dele. Quando a salvação está perto, a tentação também está à mão. Faraó, quando estava para deixar Israel ir, persegue Israel; o diabo, quando desprezado, levanta-se para criar escândal…

São Jerônimo · c. 347–420

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que os sacramentos da Nova Lei não derivam seu poder da Paixão de Cristo. Porque o poder dos sacramentos reside em causar a graça, que é o princípio da vida espiritual na alma. Ora, como diz Agostinho (Tratado XIX sobre João): «O Verbo, como estava no princípio junto de Deus, vivifica as almas; como se fez carne, vivifica os corpos». Visto, portanto, que a Paixão de Cristo pertence ao Verbo como feito carne, parece que não pode causar o poder dos sacramentos. **Objeção 2:** Ademais, o poder dos sacramentos parece depender da fé. Pois, como diz Agostinho (Tratado LXXX sobre João), o Verbo Divino aperfeiçoa o sacramento «não porque é pronunciado, mas porque é crido». Ora, a nossa fé diz respeito não só à Paixão de Cristo, mas também aos outros mistérios da sua humanida…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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