Referência

Rm 5, 2

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Matos Soares

2pelo qual temos acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os artigos de fé são formulados inconvenientemente. Porque aquelas coisas que podem ser conhecidas por demonstração não pertencem à fé como objeto de crença para todos, como se disse acima (A. 5). Ora, pode ser conhecido por demonstração que há um só Deus; donde o Filósofo o prova (Metaf. XII, texto 52) e muitos outros filósofos demonstraram a mesma verdade. Logo, o "que há um só Deus" não devia ser estabelecido como artigo de fé. Objeção 2: Assim como é necessário para a fé que creiamos que Deus é onipotente, assim também o é que creiamos que Ele é "onissciente" e "providente sobre todas as coisas", acerca de ambas as quais alguns erraram. Portanto, entre os artigos de fé, deveria ter sido feita menção da sabedoria e providência de Deus, assim como da Sua onipotênci…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 8 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não é próprio de Cristo ser Cabeça da Igreja. Pois está escrito (1 Reis 15,17): "Quando eras pequeno aos teus olhos, não foste feito cabeça das tribos de Israel?" Ora, há uma só Igreja no Novo e no Velho Testamento. Logo, parece que igualmente qualquer outro homem que não Cristo poderia ser cabeça da Igreja. **Objeção 2:** Além disso, Cristo é chamado Cabeça da Igreja por conferir graça aos membros da Igreja. Mas também a outros pertence conceder graça a outros, conforme Efésios 4,29: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra má, mas sim a que for boa para a edificação da fé, a fim de que ministre graça aos que a ouvem." Logo, parece que também a outros que não Cristo pertence ser cabeça da Igreja. **Objeção 3:** Além disso, Cristo, por governar a Igreja, não é ch…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a pobreza de espírito não é a bem-aventurança correspondente ao dom do temor. Pois o temor é o princípio da vida espiritual, como foi explicado acima (A[7]); ao passo que a pobreza pertence à perfeição da vida espiritual, segundo Mt 19,21: “Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá-o aos pobres.” Logo, a pobreza de espírito não corresponde ao dom do temor. **Objeção 2:** Além disso, está escrito (Sl 118,120): “Crava na minha carne o teu temor,” donde parece seguir-se que pertence ao temor refrear a carne. Ora, o refreamento da carne parece pertencer antes à bem-aventurança dos que choram. Logo, a bem-aventurança dos que choram corresponde ao dom do temor, mais do que a bem-aventurança da pobreza. **Objeção 3:** Além disso, o dom do temor corresponde à v…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 12 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Excerto de Tomás de Aquino, Suma Teológica — Primeira Parte, no Artigo 3 — Se o nome «Pai» se aplica a Deus, primeiramente, como nome pessoal.** **Objeção 1:** Parece que este nome «Pai» não se aplica a Deus, primeiramente, como nome pessoal. Pois no intelecto o comum precede o particular. Ora, este nome «Pai», como nome pessoal, pertence à pessoa do Pai; e tomado em sentido essencial, é comum a toda a Trindade; pois dizemos «Pai Nosso» a toda a Trindade. Logo, «Pai» vem primeiro como nome essencial, antes do seu sentido pessoal. **Objeção 2:** Ademais, naquelas coisas cujo conceito é o mesmo, não há prioridade de predicação. Mas a paternidade e a filiação parecem ser da mesma natureza, segundo a qual a divina pessoa é Pai do Filho, e toda a Trindade é nosso Pai, ou da criatura; pois,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que Cristo não deveria ter convivido com os homens, mas sim vivido em solidão. Porque convinha a Cristo mostrar pelo seu modo de vida não só que era homem, mas também que era Deus. Ora, não é próprio que Deus conviva com os homens, pois está escrito (Dan. 2,11): «Excepto os deuses, cuja conversação não é com os homens»; e o Filósofo diz (Polít. I) que quem vive só é «ou uma besta» — isto é, se o faz por ferocidade — «ou um deus», se o motivo é a contemplação da verdade. Logo, parece que não era conveniente a Cristo conviver com os homens. **Objeção 2.** Ademais, enquanto vivia na carne mortal, convinha a Cristo levar uma vida perfeitíssima. Ora, a mais perfeita é a vida contemplativa, como se disse na SS, Q. 182, aa. 1-2. E a solidão é sumamente adequada à vida conte…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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