Referência

Rm 5, 8

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Matos Soares

8Mas Deus manifesta a sua caridade para connosco, porque, quando ainda éramos pecadores, então morreu Cristo por nós.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o Filho de Deus devia ter assumido a natureza humana em todos os indivíduos. Pois o que é assumido primeiro e por si mesmo é a natureza humana. Mas o que pertence essencialmente a uma natureza pertence a todos os que existem na natureza. Logo, era conveniente que a natureza humana fosse assumida pelo Verbo de Deus em todas as suas hipóstases. Objeção 2: Além disso, a Divina Encarnação procedeu do Amor Divino; donde está escrito (João 3,16): «Deus amou de tal modo o mundo, que deu o seu Filho unigênito». Mas o amor faz que nos entreguemos a nossos amigos o quanto podemos, e era possível ao Filho de Deus assumir várias naturezas humanas, como se disse acima (Q[3], A[7]), e com igual razão todas. Logo, era conveniente que o Filho de Deus assumisse a natureza humana em t…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que houve algum outro modo mais conveniente de libertar o gênero humano, além da Paixão de Cristo. Pois a natureza, na sua operação, imita a obra divina, já que é movida e regulada por Deus. Ora, a natureza nunca emprega dois agentes onde um basta. Portanto, visto que Deus poderia ter libertado a humanidade unicamente por Sua divina vontade, não parece conveniente que a Paixão de Cristo tenha sido acrescentada para a libertação do gênero humano. **Objeção 2:** Ademais, as ações naturais são mais convenientemente realizadas do que as ações violentas, porque a violência é "uma separação ou desvio do que é segundo a natureza", como se diz no livro *Do Céu*, II. Ora, a Paixão de Cristo acarretou a Sua morte por violência. Logo, teria sido mais apropriado que Cristo mo…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que não fomos libertados do pecado pela Paixão de Cristo. Porque libertar do pecado pertence só a Deus, segundo Isaías 43:25: «Eu sou aquele que apago as tuas iniqüidades por amor de mim.» Ora, Cristo não padeceu como Deus, mas como homem. Logo, a Paixão de Cristo não nos livrou do pecado. Objeção 2: Além disso, o que é corpóreo não age sobre o que é espiritual. Ora, a Paixão de Cristo é corpórea, ao passo que o pecado reside na alma, que é criatura espiritual. Portanto, a Paixão de Cristo não nos podia limpar do pecado. Objeção 3: Além disso, ninguém pode ser purgado de um pecado ainda não cometido, mas que será cometido depois. Visto que, desde a morte de Cristo, muitos pecados foram cometidos e se cometem cada dia, parece que não fomos libertados do pecado pela morte…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

62. Assim, pois, “não conhecer o preço desta Sabedoria” é não achar merecimento de conduta adequada para a obter. Pois damos um preço com este objetivo, que em lugar dele possamos possuir aquela coisa que desejamos. Mas que temos nós dado, para que mereçamos obter esta Sabedoria, que é Cristo? Pois é pela graça que somos remetidos. Porque só aquelas obras por viver mal temos dado, pelas quais, se uma justa retribuição fosse reservada, não Cristo, mas castigos seriam retribuídos [c]. Mas o homem mereceu uma coisa por via de justiça, e obteve outra por respeito de graça. Dê testemunho Paulo, antes do tempo em que a sua mente recebeu a semente da verdade não comprada, com que abrolhos de erro estava coberto. O qual foi antes, diz ele, blasfemo, e perseguidor, e injurioso, mas alcancei miseric…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 62 · c. 540–604

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Rm 5, 8 nos Padres da Igreja | Aurea